A Defesa Civil de Cachoeira, no Recôncavo da Bahia, convocou uma reunião na manhã desta terça-feira (20) para discutir a necessidade de restauração da ponte Dom Pedro II, que liga o município a São Félix, sobre o rio Paraguaçu. A ligação, que é tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), tem peças soltas e enferrujadas, o que oferece risco aos pedestres e motoristas.
O alerta foi feito por Pedro Erivaldo, coordenador da Defesa Civil de Cachoeira. “O local de sustentabilidade da ponte, nos pilares ou nas cabeceiras entre Cachoeira e São Félix, está muito deteriorado. Em alguns locais as peças da ponte estão soltas, o ferrugem já detonou tudo. O restauro está muito lento. Na hora de terminar de fazer o restauro, já vai ter que fazer outro, porque não tem condições: um dia a empresa trabalha, outro dia não trabalha”, afirma. Em janeiro de 2023, a Prefeitura de Cachoeira anunciou a restauração do equipamento, o que não foi concluído.
Pedro Erivaldo afirma que um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) foi assinado em 2004. “Em 2004, foi assinado um pacto com o Ministério Público Federal, em termos de ajustamento de conduta com o Ministério Público Federal. E a ferrovia ficou obrigada a fazer o restauro da Ponte Dom Pedro II em 36 meses. Já temos 300 meses e ainda o restauro não foi completo”, denunciou. A reportagem entrou em contato com a Ferrovia Centro-Atlântica S.A., responsável pela ponte, e aguarda retorno.
Imagens enviadas ao CORREIO mostram a deterioração da ponte construída em julho de 1885. A estrutura de ferro e madeira possui 365 metros de comprimento e foi importada da Inglaterra. A ponte foi considerada uma das principais obras de engenharia do Brasil na época e desempenhou papel de grande relevância no estímulo à economia baiana no século XX.
Apesar da importância histórica para a cidade que foi Sede do Governo Provisório do Brasil durante a guerra da Independência em 1822, as discussões sobre a ponte não têm chamado atenção das autoridades. Na reunião desta terça-feira (20), não estiveram presentes representantes do Iphan, MPF e da empresa. A reportagem contatou as três partes e aguarda retorno.
Correio da Bahia

Djalma Almeida Paixão é natural de Santo Antônio de Jesus.
Com muita dedicação e muitos estudos, Djalma formou-se em rádio e televisão pelo (ICB), Instituto do Conhecimento da Bahia, e possui o registro de número 8747/BA.
Dalma Almeida é formado em Análises Clínicas, Administração de empresa e Língua inglesa pela Uneb (Universidade do Estado da Bahia)
Djalma Almeida também é formado em Pedagogia (pedagogo), formado pela Unifacs (Universidade Salvador), e possui vários cursos na área da educação como : Educacação Inclusiva, Neuroeducação, Coordenação Pedagógica, e Ensino Remoto através da Educação Inclusiva.
Seu grande talento e inspiração pelo rádio começou em 1990 na rádio Recôncavo Fm, quando operava na frequência de 104,3, hoje operando em 98,5 Mhz, atuando como Disc jockey (Programação musical), e atuou também na rádio Clube Am como repórter quando operava em 680 Khz, hoje operando em Fm em 92,7 Mhz.
Atualmente, é repórter da rádio Prazeres Fm 87,9, na cidade de Jiquiriçá, com atuação dentro do programa “Conexão do Vale”. Djalma também foi por mais de três anos o redator e editor do site da rádio Prazeres Fm 87,9.
Também é o proprietário do site “Cidadedaspalmeirasnews.com.br”, onde ocupa o mesmo cargo.
Djalma Almeida também é servidor público estadual, onde desempenha a sua função com dedicação a mais de 37 anos de bons serviços prestados a população.
