O procedimento estético conhecido como “Fox Eyes”, ou “olhos de raposa”, tem atraído atenção por prometer um olhar mais alongado e levantado. A técnica consiste na inserção de fios de polidioxanona (PDO) sob a pele, próximos à região dos olhos, com o objetivo de tracionar o tecido e criar um efeito de elevação. Embora seja considerada minimamente invasiva, a intervenção pode causar complicações graves, como infecção, necrose e assimetria facial.
O influenciador Junior Dutra, de 31 anos, morreu após complicações relacionadas ao procedimento. Ele realizou o “Fox Eyes” em março e, desde então, enfrentava problemas de saúde causados por uma infecção. Dutra chegou a processar o dentista responsável, acusado de se passar por médico para executar a técnica.
De acordo com a Cleveland Clinic, o “Fox Eyes” deve ser feito apenas por médicos especialistas em estética facial, como dermatologistas ou cirurgiões plásticos. O procedimento envolve o uso de agulhas ou cânulas para posicionar os fios de sustentação sob a pele. Esses fios possuem pequenas garras que se fixam ao tecido, permitindo o efeito de tração. O resultado é visível logo após a aplicação e dura, em média, de seis meses a um ano, até que o material seja absorvido pelo corpo.
Estudos publicados pelo National Center for Biotechnology Information (NCBI) e pela Aesthetic Surgery Journal apontam que até um terço dos pacientes pode apresentar algum tipo de complicação. Entre os efeitos adversos mais comuns estão inchaço, dor, irregularidades na pele, deslocamento dos fios e infecções. Em situações mais graves, a má execução do procedimento pode causar danos aos nervos faciais e infecção sistêmica.
Entidades médicas, como o Conselho Federal de Medicina (CFM) e a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), reforçam que o uso de fios de sustentação é um ato médico e que sua realização por dentistas, esteticistas ou outros profissionais não habilitados configura exercício ilegal da medicina. O caso de Junior Dutra reacende o alerta sobre a falta de fiscalização e a banalização de intervenções estéticas que, embora pareçam simples, podem colocar vidas em risco.
Correio24horas

Djalma Almeida Paixão é natural de Santo Antônio de Jesus.
Com muita dedicação e muitos estudos, Djalma formou-se em rádio e televisão pelo (ICB), Instituto do Conhecimento da Bahia, e possui o registro de número 8747/BA.
Dalma Almeida é formado em Análises Clínicas, Administração de empresa e Língua inglesa pela Uneb (Universidade do Estado da Bahia)
Djalma Almeida também é formado em Pedagogia (pedagogo), formado pela Unifacs (Universidade Salvador), e possui vários cursos na área da educação como : Educacação Inclusiva, Neuroeducação, Coordenação Pedagógica, e Ensino Remoto através da Educação Inclusiva.
Seu grande talento e inspiração pelo rádio começou em 1990 na rádio Recôncavo Fm, quando operava na frequência de 104,3, hoje operando em 98,5 Mhz, atuando como Disc jockey (Programação musical), e atuou também na rádio Clube Am como repórter quando operava em 680 Khz, hoje operando em Fm em 92,7 Mhz.
Atualmente, é repórter da rádio Prazeres Fm 87,9, na cidade de Jiquiriçá, com atuação dentro do programa “Conexão do Vale”. Djalma também foi por mais de três anos o redator e editor do site da rádio Prazeres Fm 87,9.
Também é o proprietário do site “Cidadedaspalmeirasnews.com.br”, onde ocupa o mesmo cargo.
Djalma Almeida também é servidor público estadual, onde desempenha a sua função com dedicação a mais de 37 anos de bons serviços prestados a população.
