A corrida por uma solução rápida para a perda de peso transformou o medicamento Mounjaro (tirzepatida), da farmacêutica Eli Lilly and Company, em um fenômeno. Seguindo a esteira de popularidade de seus antecessores como Ozempic e Wegovy, a busca pelo termo “Mounjaro” no Google Trends praticamente triplicou desde o início do ano.
No entanto, à medida que a “canetinha” se torna onipresente, surge uma questão crucial para quem busca resultados duradouros: os benefícios do Mounjaro se mantêm após a interrupção do tratamento?
O efeito rebote pós-mounjaro
O entusiasmo inicial com a perda de peso proporcionada por medicamentos como o Mounjaro (cuja base é a substância tirzepatida) esbarra na realidade da vida pós-tratamento. Dados e estudos recentes indicam que a manutenção do peso perdido é um desafio significativo, levantando o alerta sobre o temido efeito rebote.
Recuperação de peso: Segundo reportagem do Globo, pacientes com obesidade tendem a recuperar pelo menos 25% do peso que perderam após a interrupção do Mounjaro.
Para aprofundar a discussão, uma pesquisa robusta, publicada no prestigiado periódico científico JAMA Internal Medicine, jogou luz sobre o que acontece quando o medicamento é substituído.
Estilo de vida não foi suficiente
A pesquisa acompanhou 670 participantes que, durante 36 semanas, receberam tirzepatida, alcançando uma perda de peso expressiva e melhoria em importantes parâmetros cardiometabólicos. Posteriormente, o grupo foi randomicamente trocado por um placebo para observar o efeito da interrupção.
Os resultados foram alarmantes:
Reganho de peso maciço: Quando o medicamento foi trocado pelo placebo, a esmagadora maioria dos pacientes voltou a ganhar peso.
Estilo de vida insuficiente: O mais intrigante é que esse reganho ocorreu mesmo entre os pacientes que mantiveram as mudanças positivas no estilo de vida, incluindo novos hábitos alimentares e rotinas de exercícios físicos.
Apenas 4% continuaram a emagrecer: O estudo revelou que apenas 4% dos usuários conseguiram continuar a perder peso após a interrupção do Mounjaro, contando apenas com o estilo de vida.
Tratamento contínuo é a chave
A análise dos dados levou os pesquisadores a uma conclusão assertiva: a intervenção com Mounjaro a curto prazo não demonstrou benefícios significativos a longo prazo após a sua interrupção.
Para os autores do estudo, isso sugere fortemente que, para pessoas que vivem com obesidade crônica, o Mounjaro (e medicamentos da mesma classe) pode ter que ser encarado como um tratamento contínuo, e não como uma cura temporária.
A obesidade é uma doença crônica e, assim como outras condições crônicas, pode necessitar de medicação de longo prazo para a manutenção de seus resultados.
Jornal Atarde

Djalma Almeida Paixão é natural de Santo Antônio de Jesus.
Com muita dedicação e muitos estudos, Djalma formou-se em rádio e televisão pelo (ICB), Instituto do Conhecimento da Bahia, e possui o registro de número 8747/BA.
Dalma Almeida é formado em Análises Clínicas, Administração de empresa e Língua inglesa pela Uneb (Universidade do Estado da Bahia)
Djalma Almeida também é formado em Pedagogia (pedagogo), formado pela Unifacs (Universidade Salvador), e possui vários cursos na área da educação como : Educacação Inclusiva, Neuroeducação, Coordenação Pedagógica, e Ensino Remoto através da Educação Inclusiva.
Seu grande talento e inspiração pelo rádio começou em 1990 na rádio Recôncavo Fm, quando operava na frequência de 104,3, hoje operando em 98,5 Mhz, atuando como Disc jockey (Programação musical), e atuou também na rádio Clube Am como repórter quando operava em 680 Khz, hoje operando em Fm em 92,7 Mhz.
Atualmente, é repórter da rádio Prazeres Fm 87,9, na cidade de Jiquiriçá, com atuação dentro do programa “Conexão do Vale”. Djalma também foi por mais de três anos o redator e editor do site da rádio Prazeres Fm 87,9.
Também é o proprietário do site “Cidadedaspalmeirasnews.com.br”, onde ocupa o mesmo cargo.
Djalma Almeida também é servidor público estadual, onde desempenha a sua função com dedicação a mais de 37 anos de bons serviços prestados a população.
