Os dois técnicos de telefonia sequestrados por traficantes no bairro de Luís Anselmo, em Salvador, neste sábado (27), são funcionários da operadora Claro. A empresa está entre as grandes prestadoras de internet proibidas pelo Comando Vermelho (CV) de atuar na região. Apenas companhias que pagam o chamado “pedágio” têm permissão para explorar o serviço no bairro.
Além da Claro, operadoras como Oi, TIM e Vivo também enfrentam dificuldades para trabalhar em áreas controladas pelo CV na capital baiana. Isso ocorre porque o fornecimento ilegal de internet se tornou uma das principais fontes de renda do crime organizado. Segundo especialistas, atualmente há mais pessoas conectadas à internet do que usuárias de drogas.
De acordo com informações do Centro Integrado de Comunicações (Cicom) da Secretaria da Segurança Pública (SSP), as vítimas trabalhavam em uma escadaria próxima a uma escola municipal, na Rua Luís Anselmo, quando foram surpreendidas por um grupo de homens armados.
No entanto, os criminosos não contavam com a presença policial. “As vítimas são funcionários da empresa de telefonia Claro. Foram liberadas após os autores do sequestro serem informados de que havia uma guarnição realizando rondas na região”, diz um trecho da ocorrência, em referência à atuação da 58ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM/Cosme de Farias).
Apesar de libertados, os técnicos foram ameaçados. “Relataram que, caso retornem à localidade, sofrerão duras penalidades”, aponta outro trecho do registro policial. Os celulares dos trabalhadores foram roubados.
A atuação de facções criminosas contra empresas de telefonia é um problema antigo. Segundo a Conexis Brasil Digital — entidade que representa grandes operadoras como Claro, Oi, TIM e Vivo —, organizações criminosas vêm sabotando estruturas, cortando cabos e intimidando técnicos com o objetivo de permitir apenas provedores autorizados pelas facções.
“O bloqueio do acesso das equipes das prestadoras em determinadas regiões compromete a manutenção e a instalação de equipamentos. Essas restrições vêm se expandindo para diferentes localidades, afetando o fornecimento e a qualidade do serviço, além de colocar em risco a integridade física dos profissionais”, afirmou a entidade em nota enviada recentemente ao CORREIO.
Ainda segundo a Conexis, o problema exige medidas efetivas e uma ação coordenada da segurança pública, envolvendo o Judiciário, o Legislativo e o Executivo, nos âmbitos federal, estadual e municipal, para garantir a atuação segura das empresas e o acesso da população aos serviços essenciais de telecomunicações.
Correio24horas

Djalma Almeida Paixão é natural de Santo Antônio de Jesus.
Com muita dedicação e muitos estudos, Djalma formou-se em rádio e televisão pelo (ICB), Instituto do Conhecimento da Bahia, e possui o registro de número 8747/BA.
Dalma Almeida é formado em Análises Clínicas, Administração de empresa e Língua inglesa pela Uneb (Universidade do Estado da Bahia)
Djalma Almeida também é licenciado em Pedagogia pela Unifacs (Universidade Salvador), e possui vários cursos na área da educação como : Educacação Inclusiva, Neuroeducação, Coordenação Pedagógica, e Ensino Remoto através da Educação Inclusiva.
Djalma Almeida agora é pós graduando em psicopedagogia pela Unifacs, universidade o qual é licenciado em pedagogia.
Seu grande talento e inspiração pelo rádio começou em 1990 na rádio Recôncavo Fm, quando operava na frequência de 104,3, hoje operando em 98,5 Mhz, atuando como Disc jockey (Programação musical), e atuou também na rádio Clube Am como repórter quando operava em 680 Khz, hoje operando em Fm em 92,7 Mhz.
Atualmente, é repórter da rádio Prazeres Fm 87,9, na cidade de Jiquiriçá, com atuação dentro do programa “Conexão do Vale”. Djalma também foi por mais de três anos o redator e editor do site da rádio Prazeres Fm 87,9.
Também é o proprietário do site “Cidadedaspalmeirasnews.com.br”, onde ocupa o mesmo cargo.
Djalma Almeida também é servidor público estadual, onde desempenha a sua função com dedicação a mais de 37 anos de bons serviços prestados a população.
