O ex-presidente dos Estados Unidos Bill Clinton depõe hoje no Congresso norte-americano sobre o caso do criminoso sexual Jeffrey Epstein. A ex-secretária de Estado e esposa de Bill, Hillary Clinton, depôs ontem sobre o mesmo assunto.
Bill depõe perante o Comitê da Câmara dos Representantes dos EUA. De maioria republicana, os congressistas investigam as atividades e os relacionamentos políticos mantidos por Epstein, condenado por abuso e tráfico sexual.
Ex-presidente aparece em arquivos relacionados a Epstein, mas ele não foi implicado em nenhum crime. Em documentos do caso, o ex-presidente aparece em uma foto com o torso nu em uma jacuzzi na companhia de Epstein. Em outra imagem, o ex-líder democrata aparece nadando com uma mulher de cabelo escuro, que parece ser Ghislaine Maxwell, cúmplice do criminoso sexual.
Viagens em jato particular. Bill reconhece que viajou no avião de Jeffrey diversas vezes no início dos anos 2000, em missões humanitárias relacionadas à Fundação Clinton, mas afirma que nunca esteve na ilha particular do financista, no Caribe.
Clinton ressalta que rompeu laços com Epstein antes dele ser condenado por crimes sexuais, em 2008. O ex-presidente destaca que o fato de seu nome ser mencionado em arquivos do caso não constitui prova alguma de que ele tenha se envolvido nas práticas criminosas de Epstein.
Bill pediu para que seu depoimento fosse feito em público. O Congresso norte-americano, porém, não permitiu, mas alegou que as transcrições dos depoimentos poderão ser divulgadas posteriormente.
Hillary Clinton depôs ontem sobre o mesmo tema. Ela afirmou não ter nenhuma informação sobre o esquema sexual mantido por Epstein.
Ex-primeira-dama também pediu que o presidente Donald Trump seja convocado a depor “sob juramento”. Isso porque o republicano também aparece várias vezes nos documentos de Epstein. Assim como Bill, Trump também nega ter participado dos atos criminosos de Jeffrey.
Epstein mantinha relações com uma extensa rede de executivos, políticos, celebridades e acadêmicos. A divulgação dos documentos teve repercussões internacionais, incluindo as prisões, no Reino Unido, do ex-príncipe Andrew e de Peter Mandelson, ex-embaixador nos Estados Unidos..
Epstein foi preso pela primeira vez em 2008, quando foi sentenciado a 13 meses de prisão. Na época, os pais de uma menina de 14 anos denunciaram à polícia que o empresário havia abusado sexualmente da garota em sua mansão. Outras possíveis vítimas foram descobertas e foram encontradas fotos de meninas na casa dele.
Ele se livrou de pegar prisão perpétua. O bilionário fechou um polêmico acordo que o livrou de ficar encarcerado pelo resto da vida e fez com que ele fosse registrado na lista federal de criminosos sexuais. Enquanto preso, podia sair para trabalhar seis dias por semana.
Epstein voltou a ser preso em 2019, acusado de tráfico sexual. Ele foi denunciado por traficar dezenas de meninas, explorá-las e abusá-las sexualmente. Desse caso, o bilionário se declarou inocente e sempre negou as acusações. Após um mês na cadeia, ele foi encontrado na cela e foi declarado morto aos 66 anos. A causa da morte divulgada oficialmente foi suicídio.
Após pressão e atraso, o Departamento de Justiça dos EUA publicou mais de três milhões de páginas de arquivos do caso Epstein. Os documentos, liberados pelo órgão no último dia 30, incluem milhares de fotos e vídeos, alguns registrados pelo próprio bilionário condenado por crimes sexuais. A publicação dos arquivos era esperada até o dia 19 de janeiro, o que não ocorreu.
Notícias ao minuto

Djalma Almeida Paixão é natural de Santo Antônio de Jesus.
Com muita dedicação e muitos estudos, Djalma formou-se em rádio e televisão pelo (ICB), Instituto do Conhecimento da Bahia, e possui o registro de número 8747/BA.
Dalma Almeida é formado em Análises Clínicas, Administração de empresa e Língua inglesa pela Uneb (Universidade do Estado da Bahia)
Djalma Almeida também é licenciado em Pedagogia pela Unifacs (Universidade Salvador), e possui vários cursos na área da educação como : Educacação Inclusiva, Neuroeducação, Coordenação Pedagógica, e Ensino Remoto através da Educação Inclusiva.
Djalma Almeida agora é pós graduando em psicopedagogia pela Unifacs, universidade o qual é licenciado em pedagogia.
Seu grande talento e inspiração pelo rádio começou em 1990 na rádio Recôncavo Fm, quando operava na frequência de 104,3, hoje operando em 98,5 Mhz, atuando como Disc jockey (Programação musical), e atuou também na rádio Clube Am como repórter quando operava em 680 Khz, hoje operando em Fm em 92,7 Mhz.
Atualmente, é repórter da rádio Prazeres Fm 87,9, na cidade de Jiquiriçá, com atuação dentro do programa “Conexão do Vale”. Djalma também foi por mais de três anos o redator e editor do site da rádio Prazeres Fm 87,9.
Também é o proprietário do site “Cidadedaspalmeirasnews.com.br”, onde ocupa o mesmo cargo.
Djalma Almeida também é servidor público estadual, onde desempenha a sua função com dedicação a mais de 37 anos de bons serviços prestados a população.
