A partir de 1º de abril, os preços dos medicamentos em todo o país poderão sofrer reajuste. O aumento anual é autorizado pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) e, em 2026, terá teto de até 3,81%, a depender do nível de concorrência de cada remédio.
Apesar da expectativa de alta, especialistas alertam: o reajuste não acontece de forma imediata nas
prateleiras. Por isso, nem sempre vale a pena correr para estocar medicamentos.
Segundo o advogado Pedro Sampaio Falcão, especialista em Direito à Saúde, o percentual definido pela CMED funciona como um limite máximo, e não como um aumento automático. “Diversos medicamentos ainda estarão em estoque com os preços antigos, então esse reajuste não é aplicado de forma instantânea logo no início de abril”, explica.
A definição do aumento segue critérios técnicos previstos em lei. O cálculo leva em conta a inflação acumulada, além de outros fatores econômicos que impactam a indústria farmacêutica. “É considerada a variação de preços, da qual se subtrai o fator de produtividade e se somam custos adicionais da indústria e o nível de concorrência no mercado”, detalha o especialista.
A definição do aumento segue critérios técnicos previstos em lei. O cálculo leva em conta a inflação acumulada, além de outros fatores econômicos que impactam a indústria farmacêutica. “É considerada a variação de preços, da qual se subtrai o fator de produtividade e se somam custos adicionais da indústria e o nível de concorrência no mercado”, detalha o especialista.
Na prática, medicamentos com maior concorrência podem ter reajustes maiores, enquanto aqueles com menos opções disponíveis tendem a ter aumentos menores.
Vale a pena comprar antes?
A dúvida é comum entre consumidores: com o reajuste anunciado, é melhor antecipar a compra? De acordo com Falcão, a resposta depende da situação de cada pessoa. Na maioria dos casos, não há necessidade de pressa.
“Não tem problema adquirir uma quantidade maior, especialmente se a pessoa tiver condições financeiras. Mas como o aumento não é imediato, nem sempre é necessário correr para comprar antes”, afirma. Os consumidores devem ficar atentos aos
prazos
de validade dos remédios, especialmente aqueles que não são de uso contínuo.
Outro ponto importante é que o índice da CMED também funciona como proteção ao consumidor. As farmácias não podem aplicar reajustes acima do limite estabelecido. “Cobrar acima desse teto é considerado prática abusiva. O consumidor pode consultar a lista de preços máximos divulgada pela Anvisa e, se identificar irregularidades, deve denunciar”, orienta o advogado. A lista com os valores máximos permitidos é disponibilizada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
Correio24horas

Djalma Almeida Paixão é natural de Santo Antônio de Jesus.
Com muita dedicação e muitos estudos, Djalma formou-se em rádio e televisão pelo (ICB), Instituto do Conhecimento da Bahia, e possui o registro de número 8747/BA.
Dalma Almeida é formado em Análises Clínicas, Administração de empresa e Língua inglesa pela Uneb (Universidade do Estado da Bahia)
Djalma Almeida também é licenciado em Pedagogia pela Unifacs (Universidade Salvador), e possui vários cursos na área da educação como : Educacação Inclusiva, Neuroeducação, Coordenação Pedagógica, e Ensino Remoto através da Educação Inclusiva.
Seu grande talento e inspiração pelo rádio começou em 1990 na rádio Recôncavo Fm, quando operava na frequência de 104,3, hoje operando em 98,5 Mhz, atuando como Disc jockey (Programação musical), e atuou também na rádio Clube Am como repórter quando operava em 680 Khz, hoje operando em Fm em 92,7 Mhz.
Atualmente, é repórter da rádio Prazeres Fm 87,9, na cidade de Jiquiriçá, com atuação dentro do programa “Conexão do Vale”. Djalma também foi por mais de três anos o redator e editor do site da rádio Prazeres Fm 87,9.
Também é o proprietário do site “Cidadedaspalmeirasnews.com.br”, onde ocupa o mesmo cargo.
Djalma Almeida também é servidor público estadual, onde desempenha a sua função com dedicação a mais de 37 anos de bons serviços prestados a população.
