Lula declara guerra ao crime organizado e dispara: “Não posso aceitar”

Presidente sobe o tom e promete ações contra facções

Lula promete ações contra o crime organizado - Foto: Ricardo Stuckert | PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) subiu o tom contra o crime organizado, nesta sexta-feira, 22, ao falar sobre a segurança pública no país, e declarou ‘guerra’ contra as facções.

Lula afirmou, durante participação no programa Sem Censura, que não pode “aceitar’ o domínio de territórios por parte dos grupos criminosos, e citou iniciativas como o pacote antifacção.

O chefe do Planalto ainda detalhou o plano de transformar cerca de 138 presídios ocupados por faccionados em locais de segurança máxima.

“Não posso aceitar a ideia que os bandidos dominem o território. O território, em qualquer cidade, em qualquer estado, é do povo brasileiro, e ele tem que voltar a ocupar o seu território. O bandido tem que ser punido e tem que ir para a cadeia”, disparou Lula, que continuou.

“Agora nós vamos transformar 138 presídios, onde está praticamente quase 80% do chamado crime organizado das facções. São presídios de segurança máxima. Vamos financiar com governadores tudo o que for necessário”, afirmou o presidente.

AtlasIntel

A pesquisa AtlasIntel divulgada em maio aponta o presidente Lula na liderança das intenções de voto para o Planalto. Segundo o levantamento, o petista tem 47% da preferência dos eleitores no primeiro turno, contra 34.3% do senador Flávio Bolsonaro.

Primeiro cenário testado:

  • Lula: 47%
  • Flávio Bolsonaro: 34,3%
  • Renan Santos: 6,9%
  • Romeu Zema: 5,2%
  • Ronaldo Caiado: 2,7%
  • Augusto Cury: 0,4%
  • Aldo Rebelo: 0,2%
  • Brancos e nulos: 1,4%
  • Não souberam responder: 1,9%

Jornal Massa

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