Prefeitura vai exonerar Leo Kret e servidoras citadas em esquema de R$ 1,1 milhão

Em vídeo publicado nas redes sociais, Leo Kret criticou a divulgação de informações que apontavam sua prisão

Foto: Lucas Moura/Secom PMS

A Prefeitura de Salvador informou, nesta terça-feira (26), que irá exonerar as servidoras citadas na Operação Sponsor, deflagrada pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA). Entre elas está a ex-vereadora Leo Kret, atual diretora-geral de Políticas e Promoção da Cidadania LGBT+ da Secretaria Municipal da Reparação (Semur).

Em nota enviada à imprensa, a administração municipal afirmou que a decisão atende a uma recomendação do próprio Ministério Público.

“Em relação à operação do Ministério Público estadual (MP-BA) desta terça-feira (26), a Prefeitura de Salvador informa que, seguindo a recomendação do órgão ministerial, as servidoras citadas serão exoneradas”, diz o comunicado.

A gestão municipal também destacou que está colaborando com as investigações. “A Prefeitura salienta que colabora com a apuração para que todos os fatos sejam esclarecidos”, acrescentou.

Segundo o MP-BA, as investigações apontam o suposto desvio de mais de R$ 1,1 milhão por meio de uma associação de fachada contratada pelo Município de Salvador. Os recursos deveriam ser utilizados na realização de eventos em 57 bairros da capital e no apoio a 18 blocos carnavalescos durante o Carnaval de 2025.

Leo Kret se pronuncia

Em vídeo publicado nas redes sociais, Leo Kret criticou a divulgação de informações que apontavam sua prisão e garantiu que não possui participação nos contratos investigados.

“Estou em casa com meu pai e minha mãe. Estão dizendo que fui presa, mas isso não aconteceu. Meu nome foi apenas mencionado em uma investigação sobre um contrato que eu sequer assino”, declarou.

Bahia.Ba

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