Cratera mantém trecho da BR-324 interditado e provoca congestionamento de 4 km

Segundo a PRF, motoristas gastam cerca de 30 minutos para atravessar trecho no sentido Feira de Santana. Fluxo também impacta vias urbanas de Simões Filho.

Cratera mantém trecho da BR-324 interditado e provoca congestionamento de 4 km — Foto: PRF

O trecho da BR-324 onde uma nova cratera se abriu nesta semana segue interditado nesta sexta-feira (10), em Simões Filho, na Região Metropolitana de Salvador, e provoca congestionamento de aproximadamente 4 quilômetros no sentido Feira de Santana.

Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), os motoristas enfrentam cerca de 30 minutos de lentidão para passar pelo km 604 da rodovia. No local, o tráfego está sendo desviado para a via lateral devido às obras realizadas pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT).

No sentido Salvador, permanece interditada a faixa da esquerda. Os veículos seguem apenas pela faixa da direita.

Ainda de acordo com a PRF, o congestionamento na BR-324 também tem reflexos no trânsito de Simões Filho. Com a lentidão na rodovia, muitos motoristas passaram a utilizar vias urbanas como rota alternativa, aumentando o fluxo de veículos no município.

Equipes da PRF e do DNIT permanecem no local realizando a sinalização da pista, orientando os motoristas e acompanhando a operação.

Até a última atualização desta reportagem, não havia previsão para a liberação total do trecho.

Relembre o caso

O problema começou na terça-feira (7), quando o DNIT identificou uma falha estrutural provocada por um problema em um antigo bueiro localizado no aterro da pista.

Na quarta-feira (8), o trecho no sentido Feira de Santana foi liberado após mais de 24 horas de interdição para obras de recuperação. No entanto, na manhã de quinta-feira (9), uma nova cratera se abriu no mesmo local, levando a PRF a voltar a interditar totalmente a pista nesse sentido.

Segundo o DNIT, o vazamento na manilha que provocou o afundamento da pista foi regularizado, mas os serviços de recuperação da estrutura continuam, sem previsão de conclusão.

g1

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