Carreta de Saúde é Interditada pela Vigilância Sanitária em Santo Antônio de Jesus. IMAGENS

A unidade móvel que oferecia exames e consultas não possuía alvará para funcionar no município; responsáveis divergem sobre a medida

Foto e redação- Djalma Almeida

Uma carreta que oferecia diversos serviços de saúde foi interditada pela fiscalização da Vigilância Sanitária de Santo Antônio de Jesus, na manhã desta segunda-feira (24).

A unidade móvel veio de Camaçari e realizava atendimentos como mamografia, clínica médica, oftalmologia, urologia e serviços relacionados à fibromialgia, entre outros procedimentos.

Segundo o coordenador da Vigilância Sanitária do município, Dr. Joan Paulo, a carreta não possuía o alvará de licença necessário para atuar em Santo Antônio de Jesus. Por esse motivo, a fiscalização determinou a interdição das atividades.

Carreta que foi interditada pela Vigilância Sanitária de Santo Antônio de Jesus noi Alto do Sobradinho

O conselheiro municipal de Saúde, José Brito, afirmou que o Conselho não poderia ignorar a situação.

Segundo ele, a preocupação principal é garantir a segurança da população e assegurar que os serviços de saúde oferecidos no município estejam devidamente regularizados.

Já o responsável por trazer a carreta para Santo Antônio de Jesus, o ex-vereador Marcos Muniz, conhecido como “Chispita”, contestou a interdição. Para ele, a ausência do alvará não deveria impedir a população de ter acesso aos atendimentos oferecidos pela unidade.

Marcos Muniz também afirmou que continuará buscando levar serviços de saúde para o município e adiantou que existe a possibilidade de um novo evento ser realizado em Santo Antônio de Jesus no mês de setembro.

Durante a reportagem, uma mãe que aguardava atendimento de urologia para o filho demonstrou indignação com a interdição. Ela relatou ter encontrado uma cebola com baratas em um supermercado e questionou a atuação da fiscalização em outros estabelecimentos.

O caso gerou discussão entre representantes da fiscalização, responsáveis pela ação e usuários que buscavam atendimento.

A principal questão agora é a necessidade de regularização da unidade para que novos atendimentos possam ocorrer dentro das exigências sanitárias e legais.

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Cidadedaspalmeirasnews.com.br

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