Mendonça retira sigilo de investigações que envolvem ‘Dark Horse’, Flávio, Jaques Wagner e Ciro Nogueira

No total, Mendonça tornou públicos mais 38 documentos que tratam da apuração sobre fraudes atribuídas ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro e desdobramentos do caso

Foto- Divulgação

O ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal), retirou o sigilo das investigações sobre o filme “Dark Horse”, que trata da vida de Jair Bolsonaro, e de outros processos do caso Master.

O conjunto de apurações envolve políticos como Flávio Bolsonaro, candidato do PL à Presidência, o ex-governador do Rio Cláudio Castro (PL) e os senadores Jaques Wagner (PT-BA) e Ciro Nogueira (PP-PI) .

No total, Mendonça tornou públicos mais 38 documentos que tratam da apuração sobre fraudes atribuídas ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro e desdobramentos do caso.

Antes, na noite de quinta (10), o ministro havia liberado 15 petições, afirmando querer se restringir às petições ligadas aos diálogos entre Vorcaro e o ministro Alexandre de Moraes, que será tema de sessão na corte marcada para a próxima terça-feira (15).

Ao retirar o sigilo de mais documentos, Mendonça atendeu a um pedido da Procuradoria-Geral da República, que solicitou a publicização de todos os inquéritos do caso Master.

“Anoto, inicialmente, que referidos processos não guardam relação com o objeto da pauta da sessão extraordinária a realizar-se na próxima terça-feira. De todo o modo, entendo não haver impedimento ao levantamento dos correspondentes sigilos”, escreveu Mendonça na nova decisão.

A liberação de apenas parte desse acervo levou Mendonça a ser acusado de selecionar o que tornaria público por ministros da própria corte.

Além da PGR, que formalizou um pedido ao presidente do tribunal pela abertura de outros documentos, Moraes afirmou a Fachin que Mendonça fez uma “escolha seletiva” do material do Master divulgado e deixou de apresentar 180 documentos, “tornando público somente o que entendeu conveniente”.

O conjunto de apurações envolve políticos como Flávio Bolsonaro, candidato do PL à Presidência, o ex-governador do Rio Cláudio Castro (PL) e os senadores Jaques Wagner (PT-BA) e Ciro Nogueira (PP-PI) .

No total, Mendonça tornou públicos mais 38 documentos que tratam da apuração sobre fraudes atribuídas ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro e desdobramentos do caso.

Antes, na noite de quinta (10), o ministro havia liberado 15 petições, afirmando querer se restringir às petições ligadas aos diálogos entre Vorcaro e o ministro Alexandre de Moraes, que será tema de sessão na corte marcada para a próxima terça-feira (15).

Ao retirar o sigilo de mais documentos, Mendonça atendeu a um pedido da Procuradoria-Geral da República, que solicitou a publicização de todos os inquéritos do caso Master.

“Anoto, inicialmente, que referidos processos não guardam relação com o objeto da pauta da sessão extraordinária a realizar-se na próxima terça-feira. De todo o modo, entendo não haver impedimento ao levantamento dos correspondentes sigilos”, escreveu Mendonça na nova decisão.

A liberação de apenas parte desse acervo levou Mendonça a ser acusado de selecionar o que tornaria público por ministros da própria corte.

Além da PGR, que formalizou um pedido ao presidente do tribunal pela abertura de outros documentos, Moraes afirmou a Fachin que Mendonça fez uma “escolha seletiva” do material do Master divulgado e deixou de apresentar 180 documentos, “tornando público somente o que entendeu conveniente”.

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