O Ministério Público da Bahia (MP-BA) apresentou uma nova denúncia contra o deputado estadual Binho Galinha e outras 12 pessoas apontadas como integrantes de uma organização criminosa que opera há mais de dez anos em Feira de Santana e região.
Protocolada nesta quinta-feira, 30, a nova denúncia amplia as acusações contra o grupo com base em fatos revelados pelas operações “El Patrón” e “Hybris”, conduzidas pela Polícia Federal e pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado).
Segundo o MP-BA, os novos episódios configuram os mesmos tipos de crimes pelos quais o deputado já havia sido denunciado, indicando a continuidade das práticas ilícitas mesmo após a primeira acusação.
O documento explica que não há dupla imputação, ou seja, o deputado e os demais acusados não estão sendo denunciados duas vezes pelo mesmo crime. Os novos fatos dizem respeito a condutas distintas, ainda que enquadradas na mesma tipificação penal, pois as atividades criminosas continuaram mesmo depois do recebimento da primeira denúncia, que marcou a interrupção do período anterior.
O texto destaca ainda que a organização criminosa (Orcrim) seguiu em funcionamento mesmo após o início das investigações e operações policiais. As novas evidências surgiram a partir de uma força-tarefa com outras instituições, como a Polícia Federal, e da quebra de sigilos bancários, que permitiu identificar a continuidade das ações ilícitas do grupo.
Crimes citados pelo MP-BA:
- Organização criminosa armada
- Lavagem de capitais
- Exploração clandestina de jogos de azar
- Agiotagem
- Extorsão majorada
- Receptação qualificada
- Embaraço à investigação
Medidas solicitadas pelo Ministério Público:
- Reparação por danos morais coletivos às vítimas
- Perdimento de bens obtidos de forma ilícita
- Perda do cargo público para quatro dos denunciados, que são policiais militares
- Interdição para o exercício de função pública aos acusados cabíveis, incluindo o deputado Binho Galinha
O MP detalha que Binho Galinha assumiu a liderança da organização criminosa em 2013, após a morte do antigo chefe, conforme documento obtido pelo Portal A TARDE nesta sexta-feira, 31.
A Orcrim, inicialmente ligada ao jogo do bicho em Feira de Santana, expandiu-se para empréstimos ilegais, agiotagem, receptação e lavagem de dinheiro.
Mesmo após as primeiras fases da operação El Patrón, o grupo continuou ativo, usando laranjas para movimentar recursos e manter negócios ilícitos, incluindo veículos de luxo, desrespeitando medidas judiciais. Além disso, a denúncia aponta um núcleo armado, responsável pelo uso de armas de fogo para a prática dos crimes.
Jornal Atarde

Djalma Almeida Paixão é natural de Santo Antônio de Jesus.
Com muita dedicação e muitos estudos, Djalma formou-se em rádio e televisão pelo (ICB), Instituto do Conhecimento da Bahia, e possui o registro de número 8747/BA.
Dalma Almeida é formado em Análises Clínicas, Administração de empresa e Língua inglesa pela Uneb (Universidade do Estado da Bahia)
Djalma Almeida também é licenciado em Pedagogia pela Unifacs (Universidade Salvador), e possui vários cursos na área da educação como : Educacação Inclusiva, Neuroeducação, Coordenação Pedagógica, e Ensino Remoto através da Educação Inclusiva.
Seu grande talento e inspiração pelo rádio começou em 1990 na rádio Recôncavo Fm, quando operava na frequência de 104,3, hoje operando em 98,5 Mhz, atuando como Disc jockey (Programação musical), e atuou também na rádio Clube Am como repórter quando operava em 680 Khz, hoje operando em Fm em 92,7 Mhz.
Atualmente, é repórter da rádio Prazeres Fm 87,9, na cidade de Jiquiriçá, com atuação dentro do programa “Conexão do Vale”. Djalma também foi por mais de três anos o redator e editor do site da rádio Prazeres Fm 87,9.
Também é o proprietário do site “Cidadedaspalmeirasnews.com.br”, onde ocupa o mesmo cargo.
Djalma Almeida também é servidor público estadual, onde desempenha a sua função com dedicação a mais de 37 anos de bons serviços prestados a população.
