As empresas estatais federais acumularam um déficit de R$ 2,73 bilhões nos quatro primeiros meses de 2025, segundo dados divulgados pelo Banco Central (BC) na sexta-feira (30). O valor é o maior da série histórica da instituição, iniciada em 2002, ou seja, o pior desempenho em 23 anos.
Somente em abril, o déficit das estatais chegou a R$ 1,4 bilhão. Os dados estão no relatório Estatísticas Fiscais, que também reúne informações sobre o setor público consolidado e a dívida bruta do país.
Empresas estatais são aquelas em que o governo detém total ou parcial participação no capital social. No Brasil, elas são classificadas como empresas públicas (100% do capital estatal) ou sociedades de economia mista (com parte das ações em poder de investidores privados).
Durante o governo de Jair Bolsonaro (PL), com uma agenda liberal liderada pelo então ministro Paulo Guedes, diversas estatais foram listadas para privatização. No governo Lula (PT), que é contrário às privatizações, várias empresas foram retiradas do Programa Nacional de Desestatização (PND) em 2023, como Correios, EBC e Ceagesp.
A metodologia de cálculo do BC difere da utilizada pelo governo federal. Por exemplo, enquanto a Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais (vinculada ao Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos) informou que o déficit das estatais federais em 2024 foi de R$ 4,04 bilhões, o BC registrou R$ 6,7 bilhões no mesmo período.
Segundo o governo, a diferença ocorre porque o BC não exclui investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) nem os resultados do grupo ENBPar (Empresa Brasileira de Participações em Energia Nuclear e Binacional). Além disso, há divergências nos critérios de coleta e apuração dos dados.
A ministra da Gestão, Esther Dweck, defendeu em janeiro que o déficit orçamentário não significa necessariamente prejuízo financeiro. Ela destacou que, das 11 estatais que fecharam 2024 com déficit primário, nove apresentaram lucro contábil.
“Déficit não representa nenhum problema para o Tesouro”, afirmou Dweck. “É uma análise simplista dizer que, se teve superavit está tudo bem, e se teve déficit está tudo mal.” Ela citou exemplos como Dataprev e Serpro, que apesar de apresentarem déficit orçamentário, mantiveram lucro líquido até o terceiro trimestre de 2024.
O governo federal projeta que as estatais continuarão registrando déficits bilionários nos próximos anos, o que deve pressionar ainda mais as contas públicas. As estimativas são:
- 2026: -R$ 6,8 bilhões;
- 2027: -R$ 7,1 bilhões;
- 2028: -R$ 6,8 bilhões;
- 2029: -R$ 6,6 bilhões.
Bahia.Ba

Djalma Almeida Paixão é natural de Santo Antônio de Jesus.
Com muita dedicação e muitos estudos, Djalma formou-se em rádio e televisão pelo (ICB), Instituto do Conhecimento da Bahia, e possui o registro de número 8747/BA.
Dalma Almeida é formado em Análises Clínicas, Administração de empresa e Língua inglesa pela Uneb (Universidade do Estado da Bahia)
Djalma Almeida também é formado em Pedagogia (pedagogo), formado pela Unifacs (Universidade Salvador), e possui vários cursos na área da educação como : Educacação Inclusiva, Neuroeducação, Coordenação Pedagógica, e Ensino Remoto através da Educação Inclusiva.
Seu grande talento e inspiração pelo rádio começou em 1990 na rádio Recôncavo Fm, quando operava na frequência de 104,3, hoje operando em 98,5 Mhz, atuando como Disc jockey (Programação musical), e atuou também na rádio Clube Am como repórter quando operava em 680 Khz, hoje operando em Fm em 92,7 Mhz.
Atualmente, é repórter da rádio Prazeres Fm 87,9, na cidade de Jiquiriçá, com atuação dentro do programa “Conexão do Vale”. Djalma também foi por mais de três anos o redator e editor do site da rádio Prazeres Fm 87,9.
Também é o proprietário do site “Cidadedaspalmeirasnews.com.br”, onde ocupa o mesmo cargo.
Djalma Almeida também é servidor público estadual, onde desempenha a sua função com dedicação a mais de 37 anos de bons serviços prestados a população.
