Gerente Executivo do SAMU avalia situação de prédio que pegou fogo no Stiep

Foto- Reprodução

O gerente executivo do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), Ivan Paiva, avaliou a situação do prédio que pegou fogo no Stiep como um “cenário complexo de incêndio”, marcado por explosão e múltiplos riscos às vítimas.

Segundo ele, o Samu foi acionado ainda com o incêndio em curso e encontrou no local uma situação envolvendo explosão, o que exige resposta técnica imediata das equipes de emergência.

Paiva destacou que, em casos como esse, a atuação do Samu se concentra na identificação rápida de quatro fatores principais.

“Na explosão, tem o risco da pessoa ser arremessada e sofrer algum trauma como cervical e torácico, depois tem a onda de calor que causa queimaduras, e por último a inalação de gases tóxicos e fumaça que pode levar a óbito. Fora isso, tem a crise de ansiedade [que afeta as vítimas que estavam no prédio, e os demais envolvidos]”.

Ao todo, 20 profissionais do Samu participaram da missão, que atendeu 16 pessoas, incluindo três bombeiros, e classificou o estado médico com complexidade leve e moderada.

O gestor também destacou a organização do fluxo de atendimento para evitar sobrecarga nas unidades de saúde. “Organizamos um fluxo para que todas as vítimas não vão para o mesmo lugar, porque em muitos casos, não se consegue dar a assistência adequada.

O ideal é que a gente distribua as equipes para dar assistência a todas as vítimas de maneira rápida e eficiente”, afirmou o gerente executivo.

Sociedadeonline

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