Globo coloca Regina Casé na ‘geladeira’ após críticas

Emissora decide pausar o programa ‘Tô Nessa!’ de Regina Casé, após críticas e reavaliação interna da emissora

Fracasso do "Tô Nessa" tira Regina Casé do ar. (Foto: Divulgação / TV Globo)

A atriz e apresentadora Regina Casé está fora do ar por decisão da Globo. De acordo com a coluna Outro Canal, do jornal Folha de São Paulo, a medida atinge o programa “Tô Nessa!”, que agora entra em compasso de espera após avaliação interna da emissora.

A decisão faz parte de um movimento estratégico da Globo, que optou por pausar a produção de séries e programas humorísticos ao longo de 2026. A emissora viu como um fracasso esses lançamentos e, por isso, iniciou uma revisão de formatos e propostas, tanto na TV aberta quanto no streaming Globoplay.

O “Tô Nessa!” havia sido renovado e tinha uma nova leva de episódios prevista inicialmente para 2025, mas acabou adiada para 2026. A atração era inspirada no antigo Sai de Baixo, sucesso nas noites de domingo dos anos 90. Contudo, a ideia não empolgou. Agora, com a reavaliação em curso, o projeto foi colocado na geladeira, sem previsão definida para retomada.

Apesar de manter a liderança de audiência em sua faixa, o programa enfrentou severas críticas internas e também de parte do público, o que pesou na decisão da emissora. O cenário levou a Globo a frear a continuidade da atração e repensar o formato antes de qualquer nova produção.

Maurício Meirelles também está fora do ar 

A reavaliação também atinge outras produções do gênero. Entre elas está “Aberto ao Público”, comandado por Maurício Meirelles, que igualmente teve sua continuidade suspensa. A decisão reforça que a mudança não é isolada, mas parte de uma estratégia mais ampla da emissora para redefinir sua linha de humor.

A estratégia atual da Globo prioriza uma renovação criativa mais ampla, com maior rigor na escolha de conteúdos. No campo das séries, projetos seguem em desenvolvimento, mas a orientação é investir em histórias inéditas e evitar a continuidade de ideias concebidas antes de 2025.

Bnews

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