A cidade de Jequié, no sudoeste da Bahia, voltou a ser palco de uma grande ofensiva policial nesta quarta-feira (24). Batizada de Operação Castelo de Cartas, a ação da Polícia Civil prendeu 18 pessoas e desarticulou parte de uma facção apontada como responsável por homicídios em série, tráfico de drogas e lavagem de dinheiro na região.
Foram cumpridos 30 mandados de busca e apreensão em diferentes estados, incluindo Bahia e Pará. Além das prisões, os agentes apreenderam drogas, celulares, motocicletas e bloquearam contas bancárias que movimentaram mais de R$ 2 milhões no último ano. Segundo as investigações, iniciadas em janeiro de 2025, o grupo é acusado de pelo menos 19 assassinatos consumados só neste ano em Jequié.
Cidade sitiada pela disputa
A ofensiva acontece em um cenário de violência crescente no município, que há meses vive sob a disputa entre as duas maiores facções criminosas do país, o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV). Conhecidos localmente pelos apelidos “tudo 2” e “tudo 3”, os grupos travam uma guerra por território que transformou Jequié em uma das cidades mais perigosas do Brasil.
O reflexo dessa rivalidade é visível nas ruas. Em apenas duas semanas de agosto, sete homicídios foram registrados, a maioria de jovens entre 19 e 45 anos. Muitas das execuções têm características de retaliação direta: mortes sumárias, emboscadas e ataques a rivais.
O retrato da violência
De acordo com o Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2024, Jequié ocupa a posição de segunda cidade mais violenta do país, atrás apenas de Maranguape, no Ceará. Com cerca de 170 mil habitantes, o município lidera também o ranking baiano de letalidade violenta.
O levantamento reforça que os municípios mais afetados pela criminalidade organizada compartilham um padrão: disputas entre facções pelo controle do tráfico de drogas e de armas, que se refletem diretamente nos índices de homicídios.
Reação policial
A Polícia Civil afirma que a Operação Castelo de Cartas é parte de uma estratégia mais ampla de enfraquecimento das organizações criminosas na região. Ao todo, 120 agentes participaram da ação, distribuídos em 30 equipes, com atuação em Jequié e cidades como Salvador, Feira de Santana, Eunápolis e até Belém, no Pará.
Apesar das prisões, as investigações continuam. O objetivo é identificar e capturar outros integrantes da facção, além de asfixiar financeiramente o grupo que vinha ostentando imóveis, veículos de luxo e alto padrão de vida com dinheiro ilícito.
Jornal Atarde

Djalma Almeida Paixão é natural de Santo Antônio de Jesus.
Com muita dedicação e muitos estudos, Djalma formou-se em rádio e televisão pelo (ICB), Instituto do Conhecimento da Bahia, e possui o registro de número 8747/BA.
Dalma Almeida é formado em Análises Clínicas, Administração de empresa e Língua inglesa pela Uneb (Universidade do Estado da Bahia)
Djalma Almeida também é licenciado em Pedagogia pela Unifacs (Universidade Salvador), e possui vários cursos na área da educação como : Educacação Inclusiva, Neuroeducação, Coordenação Pedagógica, e Ensino Remoto através da Educação Inclusiva.
Djalma Almeida agora é pós graduando em psicopedagogia pela Unifacs, universidade o qual é licenciado em pedagogia.
Seu grande talento e inspiração pelo rádio começou em 1990 na rádio Recôncavo Fm, quando operava na frequência de 104,3, hoje operando em 98,5 Mhz, atuando como Disc jockey (Programação musical), e atuou também na rádio Clube Am como repórter quando operava em 680 Khz, hoje operando em Fm em 92,7 Mhz.
Atualmente, é repórter da rádio Prazeres Fm 87,9, na cidade de Jiquiriçá, com atuação dentro do programa “Conexão do Vale”. Djalma também foi por mais de três anos o redator e editor do site da rádio Prazeres Fm 87,9.
Também é o proprietário do site “Cidadedaspalmeirasnews.com.br”, onde ocupa o mesmo cargo.
Djalma Almeida também é servidor público estadual, onde desempenha a sua função com dedicação a mais de 37 anos de bons serviços prestados a população.
