A letalidade policial se tornou um tema recorrente em discussões recentes, despertando o sentimento de revolta da população, especialmente parentes e amigos das vítimas, que passaram a questionar as ações das autoridades. Por isso, nesta sexta-feira (30), uma audiência pública foi realizada na UFBA, no bairro da Graça, em Salvador.
Nos cinco primeiros meses deste ano, a violência armada vem se tornando um expoente alarmante na capital baiana e na Região Metropolitana, com dados alarmantes sobre mortes provocadas pelas autoridades.
Segundo o Instituto Fogo Cruzado, entre janeiro e abril foram registrados aproximadamente 234 tiroteios, com 95 mortes confirmadas e oito feridos, somente em ações policiais.
Visando reduzir a taxa de letalidade policial, o conselheiro seccional da OAB e vice-presidente da Comissão de Segurança Pública e Sistema Prisional, Henrique Arruda, defendeu o uso das bodycams nos uniformes dos agentes. Conforme explicou ao Portal MASSA!, a ferramenta pode auxiliar como prova nas investigações.
“A OAB da Bahia quer que todos os procedimentos da Polícia Militar e Civil sejam filmados. Ou seja, por que não utilizar as câmeras? Já que as câmeras vão dar uma segurança jurídica para o policial que está em campo e vão ajudar ao processo, porque serão provas irrefutáveis”, afirmou.
Não cabe a nenhum policial, seja ele militar ou civil, dentro de suas atribuições, ser o acusador e o executor. Ou seja, ele é quem prende e é o juiz que executa. Todo indivíduo merece o devido processo legal
De acordo com Henrique, sem o uso das câmeras, episódios de violência e mortes em ações policiais ficam sujeitos apenas à versão apresentada pelas forças de segurança, em contradição com a palavra de famílias, geralmente periféricas.
“Sem a câmera, fica só a palavra de um policial contra a de uma família, geralmente uma família preta, pobre, da periferia, que vê o seu filho assassinado e ainda criminalizado. E a mãe, que está vivendo o seu luto, ainda tem que comprovar que o seu filho ou sua filha não era marginal”, argumentou.
“Então, as câmeras são fundamentais. Fundamentais para que esses equívocos, digamos assim, que a polícia vem cometendo, cessem”, finalizou.
Jornal Massa

Djalma Almeida Paixão é natural de Santo Antônio de Jesus.
Com muita dedicação e muitos estudos, Djalma formou-se em rádio e televisão pelo (ICB), Instituto do Conhecimento da Bahia, e possui o registro de número 8747/BA.
Dalma Almeida é formado em Análises Clínicas, Administração de empresa e Língua inglesa pela Uneb (Universidade do Estado da Bahia)
Djalma Almeida também é formado em Pedagogia (pedagogo), formado pela Unifacs (Universidade Salvador), e possui vários cursos na área da educação como : Educacação Inclusiva, Neuroeducação, Coordenação Pedagógica, e Ensino Remoto através da Educação Inclusiva.
Seu grande talento e inspiração pelo rádio começou em 1990 na rádio Recôncavo Fm, quando operava na frequência de 104,3, hoje operando em 98,5 Mhz, atuando como Disc jockey (Programação musical), e atuou também na rádio Clube Am como repórter quando operava em 680 Khz, hoje operando em Fm em 92,7 Mhz.
Atualmente, é repórter da rádio Prazeres Fm 87,9, na cidade de Jiquiriçá, com atuação dentro do programa “Conexão do Vale”. Djalma também foi por mais de três anos o redator e editor do site da rádio Prazeres Fm 87,9.
Também é o proprietário do site “Cidadedaspalmeirasnews.com.br”, onde ocupa o mesmo cargo.
Djalma Almeida também é servidor público estadual, onde desempenha a sua função com dedicação a mais de 37 anos de bons serviços prestados a população.
