Na última década, cerca de 60.394 pessoas foram vítimas de letalidade policial, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (24) pelo Anuário Brasileiro de Segurança Pública, produzido pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Em 2024 foram 6.243 mortos, número que representa uma taxa de 2,9 mortes por 100 mil habitantes.
A letalidade policial respondeu por 14% das mortes violentas intencionais registradas no país em 2024. O levantamento inclui casos de intervenção policial tanto em serviço quanto fora dele.
Bahia tem a segunda polícia mais letal do país
Entre os estados, a Bahia tem a segunda maior taxa de letalidade policial do Brasil, com 10,5 mortes por 100 mil habitantes, mais de três vezes a média nacional. Em números absolutos, o estado registrou 1.556 mortes provocadas por policiais em 2024, contra 1.700 em 2023, o que representa uma redução de 8,6%.
A Bahia também tem chamado a atenção pela alta proporção de mortes causadas por policiais dentro do total de homicídios: tanto em 2023 quanto em 2024, as chamadas mortes decorrentes de intervenção policial representaram 25,8% das mortes violentas intencionais no estado, o que, segundo o relatório, revela um “padrão de letalidade policial bem mais alto” que a média nacional.
O anuário mostra ainda que seis municípios baianos estão entre os dez com maior taxa de letalidade policial do país, considerando apenas cidades com mais de 100 mil habitantes. O destaque negativo vai para Santo Antônio de Jesus, cuja taxa é de 30,2%, mais de dez vezes a média brasileira. Em seguida aparecem Eunápolis (26,6%), Jequié (26,1%), Porto Seguro (19,9%), Lauro de Freitas (18,8%) e Simões Filho (18,3%).
Em Jequié, um em cada três homicídios registrados no último ano foi cometido por policiais. Foram 44 mortes causadas por agentes do Estado entre 131 mortes violentas intencionais na cidade. Em Simões Filho, a proporção foi de um em cada quatro homicídios.
Bahia.Ba

Djalma Almeida Paixão é natural de Santo Antônio de Jesus.
Com muita dedicação e muitos estudos, Djalma formou-se em rádio e televisão pelo (ICB), Instituto do Conhecimento da Bahia, e possui o registro de número 8747/BA.
Dalma Almeida é formado em Análises Clínicas, Administração de empresa e Língua inglesa pela Uneb (Universidade do Estado da Bahia)
Djalma Almeida também é licenciado em Pedagogia pela Unifacs (Universidade Salvador), e possui vários cursos na área da educação como : Educacação Inclusiva, Neuroeducação, Coordenação Pedagógica, e Ensino Remoto através da Educação Inclusiva.
Djalma Almeida agora é pós graduando em psicopedagogia pela Unifacs, universidade o qual é licenciado em pedagogia.
Seu grande talento e inspiração pelo rádio começou em 1990 na rádio Recôncavo Fm, quando operava na frequência de 104,3, hoje operando em 98,5 Mhz, atuando como Disc jockey (Programação musical), e atuou também na rádio Clube Am como repórter quando operava em 680 Khz, hoje operando em Fm em 92,7 Mhz.
Atualmente, é repórter da rádio Prazeres Fm 87,9, na cidade de Jiquiriçá, com atuação dentro do programa “Conexão do Vale”. Djalma também foi por mais de três anos o redator e editor do site da rádio Prazeres Fm 87,9.
Também é o proprietário do site “Cidadedaspalmeirasnews.com.br”, onde ocupa o mesmo cargo.
Djalma Almeida também é servidor público estadual, onde desempenha a sua função com dedicação a mais de 37 anos de bons serviços prestados a população.
