Lula anuncia medidas para reduzir nível de endividamento

Foto: Ricardo Stuckert /

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou na quinta-feira (30) que o governo federal lançará medidas para reduzir o nível de endividamento das famílias e das empresas brasileiras.

Veja o que o presidente anunciou:

  • um novo programa de renegociação de dívidas de cartão de crédito, cheque especial, crédito direto ao consumidor (CDC) – e do Fies;
  • nele, os débitos vão poder ser renegociados a juros de no máximo 1,99% ao mês;
  • os descontos vão ser de 30% a 90% no valor principal da dívida;
  • e trabalhadores vão poder usar até 20% do saldo do FGTS para reduzir o saldo devedor.

O anúncio foi feito durante pronunciamento em cadeia de televisão sobre o Dia do Trabalhador, comemorado nesta sexta-feira, 1º de maio. O detalhamento do pacote será na segunda-feira (4).

“Nós encontramos o Brasil e os brasileiros endividados. A dívida das famílias cresceu por anos e agora está sufocando uma parte da sociedade brasileira”, disse o presidente Lula.

Em sua fala, Lula declarou que haverá uma nova fase do programa Desenrola para a renegociação de dívidas de cartão de crédito, cheque especial, crédito direto ao consumidor (CDC) – e do Fundo de Financiamento Estudandial (Fies).

De acordo com o presidente Lula, os débitos poderão ser renegociados a juros de no máximo 1,99% ao mês, com descontos de 30% a 90% no valor principal da dívida.

O presidente anunciou ainda que o trabalhador poderá ter acesso a até 20% do saldo do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) para a amortização de dívidas.

O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, explicou na quarta-feira (29) que essa operação será entre bancos. A Caixa Econômica Federal deverá transferir o dinheiro do FGTS para o banco em que está a dívida, após autorização do trabalhador. 

G1

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