Uma mulher morreu neste sábado, em Limeira, no interior de São Paulo, ao ser jogada de uma ponte sem corda de proteção. Ela praticava o esporte radical conhecido como “rope jumping”, similar ao “bungee jumping”, em que a pessoa salta presa por uma corda.Play Video
O caso ocorreu na trilha da Ponte do Esqueleto. Em um vídeo que circula nas redes sociais, é possível ver o momento da queda. A vítima é carregada, de bruços, por dois instrutores enquanto um terceiro observa. A corda de proteção aparece no chão, sem estar presa à mulher.
Pouco antes de os instrutores a lançarem, alguém que não aparece nas imagens pergunta: “E a corda?” Depois que a mulher é jogada da ponte, a pessoa que grava o vídeo grita: “Gente, a corda!”.

Ponte do Esqueleto, onde a moça foi projetada ao solo
E filma o equipamento de proteção no chão. De acordo com a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP), o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) constatou a morte ainda no local. A Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros atenderam à ocorrência a partir das 9h55.
O caso foi registrado pela Polícia Civil. Os instrutores que aparecem no vídeo usavam camisas com os nomes das empresas Entre Cordas e Ih Voei. A reportagem tentou contato com as duas empresas, mas não teve resposta até 16 horas.
Segundo a EPTV, dois homens fugiram do local pelo meio da mata e só foram localizados com a ajuda do helicóptero Águia. Mais quatro pessoas foram detidas. Em perfis nas redes sociais, os instrutores registravam vários saltos de rope jumping, inclusive com crianças. Em dezembro de 2025, o salto com a Entre Cordas custava R$ 130.
Cuidados
Não existe no País uma regulamentação oficial dessa prática. Por ser uma atividade de turismo de aventura, o rope jumping (ou salto de pêndulo) deve pelo menos seguir as diretrizes gerais de segurança da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
Saltar de pontes, viadutos ou prédios sem a autorização prévia da prefeitura ou de responsável pelo local é considerado infração administrativa. A área em que ocorreu o acidente é o “berço” do rope jump no País, uma ponte ferroviária inacabada com cerca de 30 metros de altura. O Estadão não conseguiu contato com a prefeitura de Limeira.
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Djalma Almeida Paixão é natural de Santo Antônio de Jesus.
Com muita dedicação e muitos estudos, Djalma formou-se em rádio e televisão pelo (ICB), Instituto do Conhecimento da Bahia, e possui o registro de número 8747/BA.
Dalma Almeida é formado em Análises Clínicas, Administração de empresa e Língua inglesa pela Uneb (Universidade do Estado da Bahia)
Djalma Almeida também é licenciado em Pedagogia pela Unifacs (Universidade Salvador), e possui vários cursos na área da educação como : Educacação Inclusiva, Neuroeducação, Coordenação Pedagógica, e Ensino Remoto através da Educação Inclusiva.
Djalma Almeida agora é pós graduando em psicopedagogia pela Unifacs, universidade o qual é licenciado em pedagogia.
Seu grande talento e inspiração pelo rádio começou em 1990 na rádio Recôncavo Fm, quando operava na frequência de 104,3, hoje operando em 98,5 Mhz, atuando como Disc jockey (Programação musical), e atuou também na rádio Clube Am como repórter quando operava em 680 Khz, hoje operando em Fm em 92,7 Mhz.
Atualmente, é repórter da rádio Prazeres Fm 87,9, na cidade de Jiquiriçá, com atuação dentro do programa “Conexão do Vale”. Djalma também foi por mais de três anos o redator e editor do site da rádio Prazeres Fm 87,9.
Também é o proprietário do site “Cidadedaspalmeirasnews.com.br”, onde ocupa o mesmo cargo.
Djalma Almeida também é servidor público estadual, onde desempenha a sua função com dedicação a mais de 37 anos de bons serviços prestados a população.
