A OpenAI e o CEO da empresa, Sam Altman, estão sendo processados por um pastor da Flórida que acusa o ChatGPT de ter fornecido orientações médicas perigosas e contribuído para o atraso no diagnóstico de uma embolia pulmonar potencialmente fatal.
A ação foi apresentada na Justiça da Califórnia por Scott Winters. No processo, ele acusa a companhia de negligência e de exercício não autorizado da medicina. O pastor afirma que utilizou o chatbot durante várias semanas para buscar explicações e recomendações sobre os sintomas que apresentava.
Segundo a denúncia, Winters sentiu tontura enquanto celebrava uma missa, em junho de 2025, e relatou o episódio ao ChatGPT. O sistema teria minimizado o problema e indicado que o sintoma não parecia representar um risco grave.
O pastor sustenta que a ferramenta passou a oferecer orientações cada vez mais específicas e personalizadas, levando em consideração, inclusive, sua profissão e suas crenças religiosas. De acordo com o processo, o chatbot teria reforçado a ideia de que ele precisava descansar e confiar na recuperação do próprio corpo.
Winters também afirma que o ChatGPT desestimulou a busca imediata por atendimento profissional, mesmo depois de familiares e amigos insistirem para que ele procurasse um médico. O sistema teria recomendado que ele reduzisse os movimentos e permanecesse por longos períodos sentado ou deitado em uma poltrona reclinável.
A ação relata ainda que o chatbot sugeriu tratamentos e mencionou o uso combinado de medicamentos antidepressivos. Sem apresentar melhora, Winters deixou de conduzir as celebrações aos domingos e acabou se afastando de suas atividades como pastor.
Em julho de 2025, após a piora do quadro, ele finalmente procurou atendimento médico. Os exames identificaram uma grave embolia pulmonar, provocada pela presença de coágulos nos pulmões. Winters precisou ser internado em uma unidade de terapia intensiva.
De acordo com a denúncia, os médicos consideraram que os episódios de tontura poderiam estar relacionados a pequenos coágulos formados durante as semanas em que o pastor permaneceu com pouca mobilidade. O processo afirma que as recomendações do chatbot contribuíram para o agravamento do estado de saúde.
“Tive sintomas graves de embolia pulmonar durante seis semanas, mas o ChatGPT os atribuiu incorretamente a outro problema”, declarou Winters. Ele também acusa o sistema de ter usado sua linguagem religiosa para convencê-lo de que as orientações fornecidas eram adequadas.
“Não apenas quase morri, como também perdi meu trabalho, minha carreira, minha casa, tudo”, afirmou.
Além do pagamento de indenização, o processo pede que a Justiça determine a interrupção das conversas do ChatGPT quando forem identificados sinais de uma emergência médica. A ação também solicita a suspensão de ferramentas de saúde personalizadas até que sejam submetidas a uma auditoria independente de segurança.
Em resposta às acusações, um representante da OpenAI afirmou que o ChatGPT não é médico e não deve ser utilizado como substituto de atendimento profissional, diagnóstico ou tratamento.
A empresa argumentou, no entanto, que as decisões relacionadas à saúde são complexas e não podem ser atribuídas exclusivamente às respostas de um chatbot. Segundo a OpenAI, responsabilizar essas ferramentas como única causa de resultados médicos negativos pode limitar o acesso a tecnologias capazes de auxiliar pacientes durante seus cuidados de saúde.
Notícias ao minuto

Djalma Almeida Paixão é natural de Santo Antônio de Jesus.
Com muita dedicação e muitos estudos, Djalma formou-se em rádio e televisão pelo (ICB), Instituto do Conhecimento da Bahia, e possui o registro de número 8747/BA.
Dalma Almeida é formado em Análises Clínicas, Administração de empresa e Língua inglesa pela Uneb (Universidade do Estado da Bahia)
Djalma Almeida também é licenciado em Pedagogia pela Unifacs (Universidade Salvador), e possui vários cursos na área da educação como : Educacação Inclusiva, Neuroeducação, Coordenação Pedagógica, e Ensino Remoto através da Educação Inclusiva.
Djalma Almeida agora é pós graduando em psicopedagogia pela Unifacs, universidade o qual é licenciado em pedagogia.
Seu grande talento e inspiração pelo rádio começou em 1990 na rádio Recôncavo Fm, quando operava na frequência de 104,3, hoje operando em 98,5 Mhz, atuando como Disc jockey (Programação musical), e atuou também na rádio Clube Am como repórter quando operava em 680 Khz, hoje operando em Fm em 92,7 Mhz.
Atualmente, é repórter da rádio Prazeres Fm 87,9, na cidade de Jiquiriçá, com atuação dentro do programa “Conexão do Vale”. Djalma também foi por mais de três anos o redator e editor do site da rádio Prazeres Fm 87,9.
Também é o proprietário do site “Cidadedaspalmeirasnews.com.br”, onde ocupa o mesmo cargo.
Djalma Almeida também é servidor público estadual, onde desempenha a sua função com dedicação a mais de 37 anos de bons serviços prestados a população.
