Prisão de Bolsonaro movimenta famosos; web reage com memes

Artistas, apresentadores e políticos se dividiram entre celebrações, ironias e indignação após a detenção preventiva do ex-presidente

Prisão de Bolsonaro divide famosos entre festa, ironia e indignação Crédito: Reprodução

A prisão preventiva de Jair Bolsonaro, na manhã deste sábado (22), repercutiu imediatamente entre celebridades e influenciadores. Enquanto parte dos famosos comemorou abertamente a decisão, outros classificaram o ato como perseguição política.

Nas redes sociais, Titi Müller foi uma das primeiras a se manifestar. A apresentadora publicou cedo um vídeo com a legenda “grande dia”, resgatando o momento em que, durante o Rock in Rio de 2019, o público protestou contra Bolsonaro durante uma transmissão ao vivo no Multishow.

Quem também apostou na ironia foi Maria Bopp, a “Blogueirinha do Fim do Mundo”. Em vídeo, ela declarou que “não ia comemorar”, defendendo que o país precisava de união. Segundos depois, aparece pulando e dançando axé.

Entre as reações mais efusivas, Alexandre Frota (PDT) compartilhou um vídeo de IA que simula Bolsonaro chorando em uma cela. A autora global Lícia Manzo entrou na onda dos memes e publicou a foto do ex-presidente com os dizeres “absolute presidiário”.

Do outro lado, houve quem reagisse com indignação. O ator e deputado Mário Frias (PL-SP) classificou a detenção como “vingança mórbida”. Segundo ele, o ato faz parte de um projeto

 “cruel, ilegal e imoral”: “É uma vingança de um sistema adoecido pela inveja e pelo ódio contra um homem que teve a coragem de enfrentar a velha política”, afirmou em vídeo.

Em clima de comemoração, José de Abreu, conhecido por atritos públicos com a família Bolsonaro, publicou um vídeo estourando champanhe ao som do Hino Nacional.

A prisão preventiva foi decretada na reta final do processo que investiga a trama golpista. Bolsonaro estava em regime domiciliar desde 4 de agosto e foi levado pela Polícia Federal sob justificativa de “garantia da ordem pública”.

A decisão ocorreu após a convocação de uma vigília feita por Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho do ex-presidente, para a noite deste sábado, movimento visto pelas autoridades como potencial risco de mobilização.

Correio24horas

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