A Suprema Corte dos Estados Unidos considerou ilegal nesta sexta-feira (20) o aumento das tarifas decretado pelo presidente do país, Donald Trump, a produtos de diversos países.
O julgamento analisou um recurso do Departamento de Justiça contra às “taxas recíprocas” impostas em abril de 2025 impostas por Trump. Na decisão, a Suprema Corte dos EUA entendeu que o presidente norte-americano extrapolou sua autoridade ao elevar a maior parte das tarifas globais com base em uma lei federal de 1977, originalmente voltada a situações de emergência.
Na prática, a decisão estabelece limites ao poder de Trump para definir tarifas sem aprovação do Congresso e pode impactar diretamente medidas comerciais adotadas contra o Brasil. O processo se arrastava desde meados de 2025.
A análise do caso começou em setembro de 2025, quando a Suprema Corte decidiu examinar a legalidade das tarifas após recurso do governo americano. Empresas afetadas e 12 estados dos EUA questionaram as taxas na Justiça.
Durante as sustentações orais em novembro, os juízes discutiram se Trump ultrapassou a competência do Congresso ao impor tarifas com base na lei de 1977. A Corte possui maioria conservadora de 6 a 3, e alguns juízes levantaram dúvidas sobre o poder “inerente” dos presidentes em negociações internacionais, sinalizando possível divisão sobre o resultado.
Em agosto de 2025, Trump criticou o tribunal de apelações que havia declarado ilegais a maioria das tarifas. Ele manteve as taxas em vigor até que a Suprema Corte se manifestasse e afirmou nas redes sociais que as tarifas eram “a melhor ferramenta para ajudar os trabalhadores americanos e apoiar empresas que produzem excelentes produtos FEITOS NOS EUA”.
Impactos ao Brasil
Em abril de 2025, Trump aplicou uma alíquota adicional de 10% sobre produtos brasileiros importados pelos Estados Unidos. Em julho, o presidente dos EUA elevou a taxa em 40%, totalizando 50%. No entanto, alguns produtos acabaram ficando de fora, como suco de laranja, aeronaves civis, petróleo, veículos e autopeças, fertilizantes e produtos do setor energético. A taxação entrou em vigor em 6 de agosto.
Em novembro, após negociações diretas com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, os EUA retiraram a tarifa de 40% sobre novos itens, como café, carnes e frutas.

Djalma Almeida Paixão é natural de Santo Antônio de Jesus.
Com muita dedicação e muitos estudos, Djalma formou-se em rádio e televisão pelo (ICB), Instituto do Conhecimento da Bahia.
Dalma Almeida é formado em Análises Clínicas, Administração de empresa e Língua inglesa pela Uneb (Universidade do Estado da Bahia)
Djalma Almeida também é licenciado em Pedagogia pela Unifacs (Universidade Salvador), e possui vários cursos na área da educação como : Educacação Inclusiva, Neuroeducação, Coordenação Pedagógica, e Ensino Remoto através da Educação Inclusiva.
Djalma Almeida agora é pós graduando em psicopedagogia pela Unifacs, universidade o qual é licenciado em pedagogia.
Seu grande talento e inspiração pelo rádio começou em 1990 na rádio Recôncavo Fm, quando operava na frequência de 104,3, hoje operando em 98,5 Mhz, atuando como Disc jockey (Programação musical), e atuou também na rádio Clube Am como repórter quando operava em 680 Khz, hoje operando em Fm em 92,7 Mhz.
Atualmente, é repórter da rádio Prazeres Fm 87,9, na cidade de Jiquiriçá, com atuação dentro do programa “Conexão do Vale”. Djalma também foi por mais de três anos o diretor e editor do site da rádio Prazeres Fm 87,9.
Também é o proprietário do site “Cidadedaspalmeirasnews.com.br”, onde ocupa o mesmo cargo.
Djalma Almeida também é servidor público estadual, onde desempenha a sua função com dedicação a mais de 38 anos de bons serviços prestados a população.
