Salvador atingiu o maior nível de endividamento das famílias em mais de 15 anos. Segundo levantamento da Fecomércio-BA, 77,3% dos lares da capital possuem algum tipo de dívida. Em meio a esse cenário de orçamento apertado, a entrada em vigor da tarifa adicional de 25% imposta pelos Estados Unidos sobre parte dos produtos brasileiros reacendeu uma preocupação: afinal, a medida pode pesar no bolso dos baianos?
Para o economista, Vinicius Assis, CEO da Ônix Capital, o impacto direto tende a ser limitado neste primeiro momento, mas os efeitos indiretos da medida precisam ser acompanhados com atenção, principalmente se houver redução das exportações brasileiras e pressão sobre o dólar.
“O primeiro ponto importante é entender que essa tarifa é paga pelo importador americano, e não pelo exportador brasileiro. Isso significa que, inicialmente, as empresas dos Estados Unidos precisarão decidir se absorvem esse custo, renegociam preços com os fornecedores brasileiros ou buscam produtos semelhantes em outros países”, explica.
Segundo o especialista, mais de dois mil produtos ficaram de fora da nova tributação, incluindo itens importantes da pauta de exportação brasileira, como café, carne bovina e suco de laranja. Essa decisão reduz o impacto imediato sobre o comércio entre os dois países.
“O efeito mais relevante pode aparecer nas próximas etapas. Se o importador americano passar a comprar menos do Brasil, entra menos dólar no país. Com uma oferta menor da moeda americana, a tendência é de valorização do dólar frente ao real, o que acaba encarecendo produtos importados e pressionando a inflação”, afirma Assis.
E a Bahia?
Na avaliação de Vinicius Assis, os efeitos sobre a economia baiana também devem ser analisados com equilíbrio. Para o economista, cerca de um terço das exportações baianas destinadas aos EUA foi atingido pelas novas tarifas, especialmente produtos ligados aos setores de celulose, pneus e petroquímica, com reflexos concentrados no Polo Industrial de Camaçari.
“Não vejo um impacto expressivo para a economia baiana neste primeiro momento. Estamos falando de um efeito estimado em torno de 0,3% do PIB estadual. O que merece maior atenção agora são os próximos passos das negociações entre Brasil e Estados Unidos e uma eventual aplicação da Lei da Reciprocidade, que pode alterar esse cenário”, avalia.
Jornal Massa

Djalma Almeida Paixão é natural de Santo Antônio de Jesus.
Com muita dedicação e muitos estudos, Djalma formou-se em rádio e televisão pelo (ICB), Instituto do Conhecimento da Bahia, e possui o registro de número 8747/BA.
Dalma Almeida é formado em Análises Clínicas, Administração de empresa e Língua inglesa pela Uneb (Universidade do Estado da Bahia)
Djalma Almeida também é licenciado em Pedagogia pela Unifacs (Universidade Salvador), e possui vários cursos na área da educação como : Educacação Inclusiva, Neuroeducação, Coordenação Pedagógica, e Ensino Remoto através da Educação Inclusiva.
Djalma Almeida agora é pós graduando em psicopedagogia pela Unifacs, universidade o qual é licenciado em pedagogia.
Seu grande talento e inspiração pelo rádio começou em 1990 na rádio Recôncavo Fm, quando operava na frequência de 104,3, hoje operando em 98,5 Mhz, atuando como Disc jockey (Programação musical), e atuou também na rádio Clube Am como repórter quando operava em 680 Khz, hoje operando em Fm em 92,7 Mhz.
Atualmente, é repórter da rádio Prazeres Fm 87,9, na cidade de Jiquiriçá, com atuação dentro do programa “Conexão do Vale”. Djalma também foi por mais de três anos o redator e editor do site da rádio Prazeres Fm 87,9.
Também é o proprietário do site “Cidadedaspalmeirasnews.com.br”, onde ocupa o mesmo cargo.
Djalma Almeida também é servidor público estadual, onde desempenha a sua função com dedicação a mais de 37 anos de bons serviços prestados a população.
