O senador Jaques Wagner (PT-BA) fez duras críticas ontem à decisão do presidente norte-americano Donald Trump de impor uma tarifa de 50% sobre produtos exportados do Brasil aos Estados Unidos. Em entrevista à Rádio Sociedade, Wagner também acusou a família do ex-presidente Jair Bolsonaro de atuar contra os interesses do país em solo americano.
“O tarifaço de Trump impressionou muito pela forma. Me impressionou a falta de liturgia de como foi feito, numa postagem no X, e não acho que seja a forma correta na comunicação institucional entre dois presidentes”, afirmou o senador. Segundo ele, a medida “é uma coisa maluca”, já que o Brasil não tem superávit na balança comercial com os EUA. “A gente compra mais do que vende”, pontuou.
Para Wagner, o que mais o chocou foi o envolvimento da família Bolsonaro na questão. “É uma traição. O filho do ex-presidente pisa numa rua muito perigosa de trocar os problemas pessoais pelos problemas do Brasil. Em vez de provar a inocência, ele vai lá pra fora queimar o próprio país. E tem a cara de pau de dizer que, se tirar o processo contra o pai, o Trump retira a taxação”, disparou.
O senador também comentou a polêmica envolvendo o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) e defendeu a postura do governo Lula de recorrer ao STF para manter o princípio da justiça tributária. “A maioria do povo nem sabe o que significa essa sigla. Essa mudança tem como foco alcançar aqueles que estão lá no andar de cima”, disse. Wagner afirmou que a versão derrubada do decreto já era fruto de pactuação com o Congresso e que o objetivo do governo é cobrar mais de quem tem bilhões, não dos trabalhadores com menor renda.
Wagner destacou ainda os indicadores positivos da economia sob Lula, como a menor taxa de desemprego dos últimos 15 anos, o aumento da renda familiar e o protagonismo do país entre os destinos de investimento estrangeiro. “Precisamos manter a casa arrumada. E para isso vamos cobrar de quem?”, questionou.
O petista também rebateu a narrativa bolsonarista de que não há democracia no Brasil. “É lamentável ver a família do ex-presidente falar isso. Você tem imprensa livre, partidos livres, liberdade de ir e vir, os Três Poderes funcionando normalmente. Eles é que tentaram dar um golpe, e estão aí as provas, a delação do ex-ajudante de ordens, que a Justiça está analisando”, disse. “Se não tivesse democracia e houvesse perseguição, já teriam botado o ex-presidente na cadeia.”
Por fim, Wagner reforçou seu orgulho pelo trabalho na Bahia e defendeu a renovação dentro do PT. “A vez agora é de Jerônimo e eu creio que ele chegará muito bem para a reeleição no ano que vem”, concluiu.

Djalma Almeida Paixão é natural de Santo Antônio de Jesus.
Com muita dedicação e muitos estudos, Djalma formou-se em rádio e televisão pelo (ICB), Instituto do Conhecimento da Bahia, e possui o registro de número 8747/BA.
Dalma Almeida é formado em Análises Clínicas, Administração de empresa e Língua inglesa pela Uneb (Universidade do Estado da Bahia)
Djalma Almeida também é formado em Pedagogia (pedagogo), formado pela Unifacs (Universidade Salvador), e possui vários cursos na área da educação como : Educacação Inclusiva, Neuroeducação, Coordenação Pedagógica, e Ensino Remoto através da Educação Inclusiva.
Seu grande talento e inspiração pelo rádio começou em 1990 na rádio Recôncavo Fm, quando operava na frequência de 104,3, hoje operando em 98,5 Mhz, atuando como Disc jockey (Programação musical), e atuou também na rádio Clube Am como repórter quando operava em 680 Khz, hoje operando em Fm em 92,7 Mhz.
Atualmente, é repórter da rádio Prazeres Fm 87,9, na cidade de Jiquiriçá, com atuação dentro do programa “Conexão do Vale”. Djalma também foi por mais de três anos o redator e editor do site da rádio Prazeres Fm 87,9.
Também é o proprietário do site “Cidadedaspalmeirasnews.com.br”, onde ocupa o mesmo cargo.
Djalma Almeida também é servidor público estadual, onde desempenha a sua função com dedicação a mais de 37 anos de bons serviços prestados a população.
