Surfando no presente político que ganhou com a imposição de tarifas de 50% ao País após campanha da família do ex-presidente Jair Bolsonaro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva já deveria ter percebido que essa muleta não durará muito tempo. Sentado na cadeira de chefe de Estado e de governo, há uma semana do início da tarifa, cabe a ele resolver a pendenga que o antecessor ajudou a criar. E isso só será possível se ele abandonar o discurso político e partir para uma negociação da parte que é possível tratar com os americanos.
É evidente que a tarefa é difícil. Sobretudo pelo fato de que parte dos pontos colocados até aqui pela gestão Trump é inegociável. Não cabe qualquer interferência no Judiciário para salvar Jair Bolsonaro. Isso não está em discussão. Até aí, o discurso de soberania vai bem. Mas há o que tratar, como as tarifas que o Brasil cobra de produtos americanos que, em média, são mais altas do que as que o parceiro comercial historicamente nos cobrou. Eis um debate legítimo que, se não servir para derrubar as tarifas previstas para entrar em vigor no dia 1º, serviria para evitar que a situação se agrave ou mesmo para ganhar mais tempo para conversar. Outros países, como o Japão, as Filipinas e a Indonésia, conseguiram acordos nos últimos dias.
Até aqui, porém, Lula tem optado pelo caminho do confronto. Em discursos e entrevistas, em vez de demonstrar espaço para conversar, desanca Trump e o governo americano sempre que possível, para alimentar o discurso da soberania que lhe garantiu os primeiros bons números em pesquisas depois de muito tempo. Dizer, como afirmou em entrevista à CNN americana, que Trump seria preso se fizesse no Brasil o que fez no Capitólio e que o presidente dos EUA quer ser imperador do mundo, não abrirá qualquer caminho para o diálogo. E de nada adiantará colocar o vice Geraldo Alckmin para negociar ou criar um comitê de empresários para fazê-lo se as provocações continuarem.
Tribuna da Bahia

Djalma Almeida Paixão é natural de Santo Antônio de Jesus.
Com muita dedicação e muitos estudos, Djalma formou-se em rádio e televisão pelo (ICB), Instituto do Conhecimento da Bahia, e possui o registro de número 8747/BA.
Dalma Almeida é formado em Análises Clínicas, Administração de empresa e Língua inglesa pela Uneb (Universidade do Estado da Bahia)
Djalma Almeida também é licenciado em Pedagogia pela Unifacs (Universidade Salvador), e possui vários cursos na área da educação como : Educacação Inclusiva, Neuroeducação, Coordenação Pedagógica, e Ensino Remoto através da Educação Inclusiva.
Seu grande talento e inspiração pelo rádio começou em 1990 na rádio Recôncavo Fm, quando operava na frequência de 104,3, hoje operando em 98,5 Mhz, atuando como Disc jockey (Programação musical), e atuou também na rádio Clube Am como repórter quando operava em 680 Khz, hoje operando em Fm em 92,7 Mhz.
Atualmente, é repórter da rádio Prazeres Fm 87,9, na cidade de Jiquiriçá, com atuação dentro do programa “Conexão do Vale”. Djalma também foi por mais de três anos o redator e editor do site da rádio Prazeres Fm 87,9.
Também é o proprietário do site “Cidadedaspalmeirasnews.com.br”, onde ocupa o mesmo cargo.
Djalma Almeida também é servidor público estadual, onde desempenha a sua função com dedicação a mais de 37 anos de bons serviços prestados a população.
