Entre versos que atravessaram gerações e melodias eternizadas na memória afetiva do público, Djavan transformou a Casa de Apostas Arena Fonte Nova em um verdadeiro encontro de emoções, neste sábado, 23.
Em coro, milhares de fãs celebraram os 50 anos de carreira do artista em uma noite marcada por nostalgia, afeto e canções que seguem embalando diferentes histórias de vida.
No repertório da turnê comemorativa, clássicos como Sina, Lilás, Samurai, Cerrado e tantos outros sucessos. O espetáculo, que embalou casais apaixonados, famílias inteiras e admiradores foi além da música. Foi uma experiência coletiva de emoção.

Sâmia, o marido, Fred,e a sobrinha, Laila – Foto: Isis Cedraz/ Ag. A TARDE
Para a administradora Sâmia Assunção, a noite teve sabor de realização. Fã herdada da mãe, ela viveu pela primeira vez a experiência de assistir a um show de Djavan. Ao lado do marido, Fred Menezes, e da sobrinha, Laila Muniz, ela tentava conter as lágrimas antes mesmo do artista subir ao palco.
“Minha mãe sempre ouviu Djavan, é superfã, e eu cresci ouvindo também. Hoje é a segunda geração que está aqui, pela primeira vez, para ver esse show. É um momento muito marcante para a família. Eu estou segurando a emoção porque vai ser chorar do início ao fim. É surreal, um sonho realizado”, contou emocionada.
Na plateia, o amor também dançava no ritmo das canções. A professora Graziela Ferreira e a cineasta e documentarista Thaís Amor Divino, juntas há sete anos, enxergam em Djavan a trilha sonora da própria relação.
“Djavan sempre foi trilha sonora da minha vida. E a minha relação com Thaís também me aproxima disso, porque ela é muito musical. A gente passa o dia ouvindo música e Djavan com certeza faz parte da nossa história”, disse Graziela.
Pesquisadora de música preta desde 2012, Thaís destacou a importância simbólica do artista para a cultura brasileira. “Estar aqui hoje é celebrar um homem negro, vivo, que continua cantando suas músicas, lotando shows e atravessando gerações. Isso é muito significativo”, afirma a cineasta.
“Djavan compõe a trilha sonora de tantos casais, mas também traz criticidade nas composições. É um artista extremamente importante para a música popular brasileira e para o Brasil. Que venham muitos anos para a gente ‘Djavanear’ por aí”, completa Thaís.
“É um amor passado de geração”
E se Djavan atravessa gerações, há famílias inteiras que transformaram suas músicas em herança afetiva. O produtor musical Sandro Mascarenhas foi ao show por convite da filha, Maria Carolina, de 13 anos. Desde pequena, ela cresceu ouvindo as canções do artista dentro de casa.
“Desde pequenininha eu colocava o som para ela ouvir e imaginava viver isso aqui. Hoje ela curte, me chamou para vir e estamos aqui juntos. É um amor passado de geração”, explica Sandro.
Entre as músicas preferidas da dupla estão Sina e Flor de Lis, que ganharam novos significados dentro da relação entre pai e filha.
Maria Carolina, tímida e apaixonada pela obra do cantor, revelou qual verso mais toca seu coração: “Eu quis lutar contra o poder do amor”. “Foi uma das primeiras músicas com que eu me conectei. Eu ficava repetindo essa frase o tempo todo. Sempre vai ser muito marcante para mim”, lembra a adolescente.
No palco, Djavan parecia reger não apenas um show, mas uma coleção de lembranças espalhadas pela Arena. A cada canção, os soteropolitanos entoavam versos como quem revive a própria história, transformando a noite em um grande encontro de memórias, afetos e gerações.
Jornal Atarde

Djalma Almeida Paixão é natural de Santo Antônio de Jesus.
Com muita dedicação e muitos estudos, Djalma formou-se em rádio e televisão pelo (ICB), Instituto do Conhecimento da Bahia, e possui o registro de número 8747/BA.
Dalma Almeida é formado em Análises Clínicas, Administração de empresa e Língua inglesa pela Uneb (Universidade do Estado da Bahia)
Djalma Almeida também é licenciado em Pedagogia pela Unifacs (Universidade Salvador), e possui vários cursos na área da educação como : Educacação Inclusiva, Neuroeducação, Coordenação Pedagógica, e Ensino Remoto através da Educação Inclusiva.
Seu grande talento e inspiração pelo rádio começou em 1990 na rádio Recôncavo Fm, quando operava na frequência de 104,3, hoje operando em 98,5 Mhz, atuando como Disc jockey (Programação musical), e atuou também na rádio Clube Am como repórter quando operava em 680 Khz, hoje operando em Fm em 92,7 Mhz.
Atualmente, é repórter da rádio Prazeres Fm 87,9, na cidade de Jiquiriçá, com atuação dentro do programa “Conexão do Vale”. Djalma também foi por mais de três anos o redator e editor do site da rádio Prazeres Fm 87,9.
Também é o proprietário do site “Cidadedaspalmeirasnews.com.br”, onde ocupa o mesmo cargo.
Djalma Almeida também é servidor público estadual, onde desempenha a sua função com dedicação a mais de 37 anos de bons serviços prestados a população.
