O ministro Dias Toffoli se declarou suspeito, por motivo de “foro íntimo”, para participar do julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) que analisa a investigação envolvendo mensagens atribuídas a Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro. Apesar de não participar da análise, Toffoli informou que permanecerá acompanhando a sessão e poderá pedir a palavra à Presidência, caso seja necessário.
Durante a manifestação, Toffoli relembrou um relatório apresentado em fevereiro deste ano por integrantes do Sindicato Nacional dos Auditores-Fiscais da Receita Federal (Sindifisco), que pedia, entre outras medidas, uma investigação e seu afastamento da relatoria de um processo relacionado ao Banco Master.
Segundo o ministro, o documento foi encaminhado aos demais integrantes da Corte, que tiveram acesso à íntegra do relatório e de sua defesa. Toffoli afirmou ainda que, após uma reunião com os ministros, a maioria entendeu que não havia elementos que justificassem sua suspeição.
De acordo com o ministro, por sugestão de Flávio Dino, ele decidiu voluntariamente deixar a relatoria para preservar o STF diante das repercussões do caso. A decisão, segundo Toffoli, foi registrada em uma nota assinada pelos dez ministros da Corte e posteriormente o relatório foi arquivado por determinação de Fachin.
Toffoli ressaltou que não houve, formalmente, o reconhecimento de sua suspeição. Ainda assim, afirmou que decidiu adotar a mesma postura na sessão desta terça-feira.
“Embora não tendo, portanto, formalmente sido acatada nenhuma arguição de suspeição, muito ao revés, quando os julgamentos começaram a ocorrer na Segunda Turma, já sob a relatoria do relator sorteado, ministro André Mendonça, eu me senti na obrigação também de preservar a Corte de manifestar a minha suspeição por motivo de foro íntimo, não impedimento”, afirmou.
O ministro disse que tomou a decisão para evitar constrangimentos e manter coerência com a postura que já vinha adotando na Segunda Turma.
“Não me sinto, portanto, para a preservação do próprio bom andamento do trabalho”, declarou.
Toffoli também fez questão de esclarecer que não deixaria necessariamente o plenário. Ele afirmou que continuaria acompanhando a sessão e que pediria autorização à Presidência caso quisesse se manifestar durante o julgamento.
Metro 1

Djalma Almeida Paixão é natural de Santo Antônio de Jesus.
Com muita dedicação e muitos estudos, Djalma formou-se em rádio e televisão pelo (ICB), Instituto do Conhecimento da Bahia, e possui o registro de número 8747/BA.
Dalma Almeida é formado em Análises Clínicas, Administração de empresa e Língua inglesa pela Uneb (Universidade do Estado da Bahia)
Djalma Almeida também é licenciado em Pedagogia pela Unifacs (Universidade Salvador), e possui vários cursos na área da educação como : Educacação Inclusiva, Neuroeducação, Coordenação Pedagógica, e Ensino Remoto através da Educação Inclusiva.
Djalma Almeida agora é pós graduando em psicopedagogia pela Unifacs, universidade o qual é licenciado em pedagogia.
Seu grande talento e inspiração pelo rádio começou em 1990 na rádio Recôncavo Fm, quando operava na frequência de 104,3, hoje operando em 98,5 Mhz, atuando como Disc jockey (Programação musical), e atuou também na rádio Clube Am como repórter quando operava em 680 Khz, hoje operando em Fm em 92,7 Mhz.
Atualmente, é repórter da rádio Prazeres Fm 87,9, na cidade de Jiquiriçá, com atuação dentro do programa “Conexão do Vale”. Djalma também foi por mais de três anos o diretor e editor do site da rádio Prazeres Fm 87,9.
Também é o proprietário do site “Cidadedaspalmeirasnews.com.br”, onde ocupa o mesmo cargo.
Djalma Almeida também é servidor público estadual, onde desempenha a sua função com dedicação a mais de 38 anos de bons serviços prestados a população.
