Um estudo com mais de 8,3 mil brasileiros com 60 anos ou mais revelou que o hábito de adicionar sal à comida já servida à mesa ainda é relativamente comum no país, especialmente entre homens.
A pesquisa, publicada na revista científica Frontiers in Public Health, investigou quais fatores sociais, alimentares e de estilo de vida estão associados ao uso do saleiro entre idosos.
Para isso, pesquisadores analisaram dados de entrevistas realizadas entre 2016 e 2017. Os participantes relataram tudo o que haviam comido e bebido nas 24 horas anteriores e responderam se costumavam adicionar sal aos alimentos à mesa.
Os resultados mostraram que 12,7% dos homens disseram adicionar sal extra às refeições, contra 9,4% das mulheres. Mas os fatores associados ao hábito variaram de forma significativa entre os sexos.
Entre os homens, poucas variáveis foram associadas ao hábito de adicionar sal, sugerindo que o comportamento deles pode estar menos diretamente relacionado a padrões alimentares específicos — destaca a primeira autora do estudo, Flávia Brito, professora associada da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).
Por outro lado, o comportamento de adicionar sal entre as mulheres pareceu estar mais ligado a padrões alimentares mais amplos e a características contextuais — afirma a coautora Débora Santos, que também é professora da Uerj.
Entre os homens, apenas dois fatores apareceram de forma significativa. Aqueles que seguiam uma dieta especial para controlar a hipertensão tinham menos da metade da probabilidade de adicionar sal em comparação com os que não seguiam esse tipo de dieta. Já os homens que moravam sozinhos tinham 62% mais chance de usar sal extra do que aqueles que viviam com outras pessoas.
Entre as mulheres, o padrão foi mais complexo. As que não seguiam dieta para hipertensão tinham 68% mais chance de adicionar sal. Morar em áreas urbanas dobrou a probabilidade de manter o hábito, assim como consumir frequentemente alimentos ultraprocessados.
A pesquisa, assinada por cientistas ligados a instituições do Brasil e do exterior como a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e a Universidade de Coventry, no Reino Unido, também levou em conta fatores como sexo, idade, escolaridade, renda familiar, se a pessoa morava sozinha ou acompanhada, residência em área urbana ou rural e consumo regular de frutas, verduras, legumes e alimentos ultraprocessados.
Efeito do sal na saúde
O consumo excessivo de sal está associado a problemas graves de saúde, como hipertensão, doenças cardiovasculares, doenças renais e até declínio cognitivo mais rápido. Para reduzir esses riscos, a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que adultos consumam no máximo cinco gramas de sal por dia, o equivalente a uma colher de chá de sal.
Embora grande parte do sal consumido venha de alimentos processados e preparados, o sal adicionado à mesa ainda representa de 6% a 20% da ingestão total. Segundo os pesquisadores, entender quem mantém esse hábito pode ajudar a orientar estratégias de prevenção.
— Adicionar sal aos alimentos à mesa continua sendo um hábito relativamente comum entre idosos brasileiros e ocorre com mais frequência entre homens do que entre mulheres — afirma Brito.
— O comportamento de adicionar sal entre as mulheres, no entanto, foi associado a uma gama mais ampla de características sociais e alimentares do que entre os homens — acrescenta Santos.
Extraonline

Djalma Almeida Paixão é natural de Santo Antônio de Jesus.
Com muita dedicação e muitos estudos, Djalma formou-se em rádio e televisão pelo (ICB), Instituto do Conhecimento da Bahia, e possui o registro de número 8747/BA.
Dalma Almeida é formado em Análises Clínicas, Administração de empresa e Língua inglesa pela Uneb (Universidade do Estado da Bahia)
Djalma Almeida também é licenciado em Pedagogia pela Unifacs (Universidade Salvador), e possui vários cursos na área da educação como : Educacação Inclusiva, Neuroeducação, Coordenação Pedagógica, e Ensino Remoto através da Educação Inclusiva.
Djalma Almeida agora é pós graduando em psicopedagogia pela Unifacs, universidade o qual é licenciado em pedagogia.
Seu grande talento e inspiração pelo rádio começou em 1990 na rádio Recôncavo Fm, quando operava na frequência de 104,3, hoje operando em 98,5 Mhz, atuando como Disc jockey (Programação musical), e atuou também na rádio Clube Am como repórter quando operava em 680 Khz, hoje operando em Fm em 92,7 Mhz.
Atualmente, é repórter da rádio Prazeres Fm 87,9, na cidade de Jiquiriçá, com atuação dentro do programa “Conexão do Vale”. Djalma também foi por mais de três anos o diretor e editor do site da rádio Prazeres Fm 87,9.
Também é o proprietário do site “Cidadedaspalmeirasnews.com.br”, onde ocupa o mesmo cargo.
Djalma Almeida também é servidor público estadual, onde desempenha a sua função com dedicação a mais de 38 anos de bons serviços prestados a população.
