Após a acusação de racismo praticado contra Vinicius Júnior em um jogo da Liga dos Campeões, um painel da Fifa formado por ex-jogadores discute a possibilidade de punir atletas que cobrirem a boca para esconder xingamentos durante jogos. A ação é comum entre jogadores para evitar a leitura labial.
Vinicius Júnior acusou Gianluca Prestianni, do Benfica, de racismo. O atacante argentino colocou a camiseta em frente à boca durante discussão com o brasileiro, que se revoltou e correu até o árbitro para realizar a acusação. O camisa 25 do Benfica nega.
Jogadores do Real Madrid dizem ter ouvido argentino chamar Vini de ‘macaco’. Um deles foi Kylian Mbappé, que deu entrevistas após a partida e afirmou que Prestianni teria proferido o insulto racista “cinco vezes”.
Painel de Voz aos Jogadores da Fifa discute punições. Segundo Mikaël Silvestre, ex-defensor do United e da seleção francesa, o grupo formado por ex-jogadores já busca possíveis soluções para casos como o da última terça-feira.
“Nosso grupo de WhatsApp estava bombando ontem à noite e até hoje de manhã. Estamos tratando de buscar vias para sancionar os jogadores que taparem a boca. Uma coisa é falar de algo tático com companheiros ou ter uma discussão casual, mas estava claro o ódio de um jogador a outro. Possivelmente, vamos precisar sancionar este tipo de conduta, se você coloca a mão em frente à boca ou cobre com a camisa, como ele (Prestianni) fez”, disse Mikaël Silvestre, ex-defensor do United e da seleção francesa, à Sky Sports.
O painel conta com 16 ex-jogadores e jogadoras, como Didier Drogba, Emmanuel Adebayor, Blaise Matuide, George Weah e até a brasileira Formiga, além de Silvestre. Segundo a Fifa, o grupo tem o objetivo de “monitorar e aconselhar sobre a implementação de iniciativas e ações” contra o racismo.
O ex-defensor da seleção francesa também disse que é difícil para o árbitro provar o que aconteceu para que haja uma investigação rápida. “Acho que desta vez há algumas testemunhas. Mbappé se apresentou e disse que ouviu claramente o que o jogador falou. Pelo menos neste caso, podemos ter depoimentos”, afirmou.
O jogo de volta é em sete dias, e se for possível provar algo, o jogador (Prestianni) não deveria atuar. Deveria haver uma grande suspensão, ir a um programa de educação porque este tipo de conduta não é possível. Mikaël Silvestre, ex-defensor do United e da seleção francesa.
Notícias ao minuto

Djalma Almeida Paixão é natural de Santo Antônio de Jesus.
Com muita dedicação e muitos estudos, Djalma formou-se em rádio e televisão pelo (ICB), Instituto do Conhecimento da Bahia, e possui o registro de número 8747/BA.
Dalma Almeida é formado em Análises Clínicas, Administração de empresa e Língua inglesa pela Uneb (Universidade do Estado da Bahia)
Djalma Almeida também é formado em Pedagogia (pedagogo), formado pela Unifacs (Universidade Salvador), e possui vários cursos na área da educação como : Educacação Inclusiva, Neuroeducação, Coordenação Pedagógica, e Ensino Remoto através da Educação Inclusiva.
Seu grande talento e inspiração pelo rádio começou em 1990 na rádio Recôncavo Fm, quando operava na frequência de 104,3, hoje operando em 98,5 Mhz, atuando como Disc jockey (Programação musical), e atuou também na rádio Clube Am como repórter quando operava em 680 Khz, hoje operando em Fm em 92,7 Mhz.
Atualmente, é repórter da rádio Prazeres Fm 87,9, na cidade de Jiquiriçá, com atuação dentro do programa “Conexão do Vale”. Djalma também foi por mais de três anos o redator e editor do site da rádio Prazeres Fm 87,9.
Também é o proprietário do site “Cidadedaspalmeirasnews.com.br”, onde ocupa o mesmo cargo.
Djalma Almeida também é servidor público estadual, onde desempenha a sua função com dedicação a mais de 37 anos de bons serviços prestados a população.
