O Senado Federal rejeitou, nesta quarta-feira, 29, a indicação de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal (STF). A decisão encerra um impasse de cinco meses entre o Palácio do Planalto e o Congresso, marcando a primeira vez em 132 anos que a Casa Alta veta um nome escolhido pela Presidência da República para a Corte.
Para ser aprovado, Messias precisava de, no mínimo, 41 votos favoráveis. O governo, que estimava ter o apoio de 45 parlamentares, viu a indicação ruir em uma votação secreta que evidenciou a resistência interna na Casa.
Antes da análise no plenário, o ex-advogado-geral da União havia passado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) com um placar apertado de 16 votos a 11.
A indicação, formalizada em abril após meses de espera, enfrentou barreiras políticas desde o início. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), foi um dos principais articuladores das resistências, defendendo o nome de Rodrigo Pacheco (PSB-MG) para a cadeira.
Messias chegou a ser recebido por Alcolumbre apenas poucos dias antes da sabatina, sinalizando o clima de tensão que cercava sua candidatura.
Perfil conservador e acenos à oposição
Durante as oito horas de sabatina na CCJ, Jorge Messias buscou reduzir resistências ao reforçar seu perfil evangélico e declarar-se “totalmente” contra o aborto. Em seus acenos aos senadores, defendeu a separação de poderes e chegou a elogiar a proposta que limita decisões monocráticas de ministros do STF.
Messias também fez críticas veladas à duração de inquéritos no Supremo, como o das fake news, afirmando que processos devem ter “começo, meio e fim”.
A estratégia, no entanto, não foi suficiente para garantir o posto. Desde 1894, no governo de Floriano Peixoto, o Senado não rejeitava um indicado ao tribunal.
O que acontece agora
Esta é a primeira vez que um indicado de Lula neste mandato não obtém o aval do Legislativo. Já Cristiano Zanin e Flávio Dino foram aprovados anteriormente.
Com a rejeição histórica, o governo sofre um desgaste político imediato e o presidente deverá escolher um novo nome para submeter novamente ao crivo dos senadores.
Jornal Atarde

Djalma Almeida Paixão é natural de Santo Antônio de Jesus.
Com muita dedicação e muitos estudos, Djalma formou-se em rádio e televisão pelo (ICB), Instituto do Conhecimento da Bahia, e possui o registro de número 8747/BA.
Dalma Almeida é formado em Análises Clínicas, Administração de empresa e Língua inglesa pela Uneb (Universidade do Estado da Bahia)
Djalma Almeida também é formado em Pedagogia (pedagogo), formado pela Unifacs (Universidade Salvador), e possui vários cursos na área da educação como : Educacação Inclusiva, Neuroeducação, Coordenação Pedagógica, e Ensino Remoto através da Educação Inclusiva.
Seu grande talento e inspiração pelo rádio começou em 1990 na rádio Recôncavo Fm, quando operava na frequência de 104,3, hoje operando em 98,5 Mhz, atuando como Disc jockey (Programação musical), e atuou também na rádio Clube Am como repórter quando operava em 680 Khz, hoje operando em Fm em 92,7 Mhz.
Atualmente, é repórter da rádio Prazeres Fm 87,9, na cidade de Jiquiriçá, com atuação dentro do programa “Conexão do Vale”. Djalma também foi por mais de três anos o redator e editor do site da rádio Prazeres Fm 87,9.
Também é o proprietário do site “Cidadedaspalmeirasnews.com.br”, onde ocupa o mesmo cargo.
Djalma Almeida também é servidor público estadual, onde desempenha a sua função com dedicação a mais de 37 anos de bons serviços prestados a população.
