O verão e as altas temperaturas ainda estão aí e, com eles, aumentam os passeios ao ar livre. Nessa época do ano, picadas de abelha ou vespa são comuns. Na maioria das vezes, elas são simples de resolver, mas, em algumas situações, podem ser graves e desencadear reações alérgicas. Uma enfermeira alertou para oito sintomas que não devem ser ignorados após uma picada de abelha.
Picada de abelha: os riscos
“Uma reação normal à picada geralmente envolve uma dor aguda e ardente quando o ferrão penetra na pele. Isso normalmente é seguido por uma elevação avermelhada, podendo haver um pequeno inchaço ao redor da área da picada. A vermelhidão pode ser mais difícil de perceber em peles mais escuras, mas ainda assim é possível sentir a área elevada ou inchada”, explicou a enfermeira Kelly Fisher, citada pelo Mirror.
Por outro lado, Kelly Fisher destacou que também pode ocorrer uma reação alérgica grave.
“Uma reação alérgica mais grave é conhecida como anafilaxia, que acontece quando o corpo reage de forma exagerada a um alérgeno — neste caso, o veneno presente na picada.”
Alergia? Oito sintomas que merecem muita atenção
Segundo a especialista, existem oito sinais que não devem ser ignorados após uma picada de abelha:
Tontura;
Náusea e vômitos;
Cólicas;
Fraqueza;
Tosse persistente;
Urticária;
Inchaço na boca ou na garganta;
Dificuldade para respirar.
“As reações anafiláticas mais graves também podem acontecer muito rapidamente após a picada. Por isso, é importante ficar atento a qualquer mudança e observar como você está se sentindo. Se nunca foi picado antes e não sabe se tem alergia, o ideal é tratar a picada e permanecer em um local seguro para monitorar os sintomas”, orientou.
A enfermeira acrescenta que, embora as picadas de abelha e vespa normalmente melhorem sozinhas, algumas situações exigem atendimento médico.
“Se os sintomas forem mais intensos do que uma reação localizada comum, se a picada ocorreu na boca, na garganta ou perto dos olhos, se você estiver vomitando, tiver recebido várias picadas ou já tiver apresentado uma reação alérgica grave no passado, o melhor é procurar atendimento médico.”
Cinco dicas essenciais para aliviar a dor após uma picada de abelha
Entre o fim da primavera e o início do outono, é comum haver mais abelhas circulando, aumentando também o risco de picadas. Embora sejam frequentes, elas exigem alguns cuidados, principalmente para pessoas alérgicas.
A revista Self conversou com especialistas para explicar o que fazer logo após uma picada.
1. Retire o ferrão corretamente
A primeira providência é remover o ferrão o mais rápido possível. Se não houver ferrão, é provável que a picada tenha sido causada por uma vespa ou outro inseto.
Como a maior parte do veneno é liberada nos primeiros três segundos, a retirada deve ser imediata.
O importante é não apertar o ferrão, pois isso pode empurrar ainda mais veneno para a pele. O ideal é raspá-lo com um objeto de borda reta, como um cartão de crédito, segurando-o em um ângulo de aproximadamente 45 graus em relação à pele. Na falta dele, a parte de trás da unha também pode ser usada.
2. Lave a área da picada
Depois de retirar o ferrão, lave cuidadosamente a região com água e sabão para ajudar a reduzir o risco de infecção.
3. Aplique gelo
Coloque gelo na região, sempre envolvido em uma toalha ou pano para evitar irritação na pele.
A recomendação é aplicar por 30 a 60 minutos, retirando o gelo da pele a cada 10 minutos. Isso ajuda a aliviar a dor e reduzir o inchaço.
4. Use creme de hidrocortisona
Os especialistas afirmam que um creme de hidrocortisona, vendido sem receita, pode ser aplicado até três vezes ao dia para reduzir a inflamação e a coceira.
5. Recorra a analgésicos, se necessário
Para aliviar a dor, medicamentos de venda livre, como o ibuprofeno, podem ajudar a reduzir tanto a dor quanto a inflamação. Quem não puder tomar esse medicamento pode recorrer ao paracetamol, que também é eficaz para aliviar a dor.
Se a reação piorar ou o inchaço começar a se espalhar, é importante procurar atendimento médico para receber o tratamento adequado.
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Djalma Almeida Paixão é natural de Santo Antônio de Jesus.
Com muita dedicação e muitos estudos, Djalma formou-se em rádio e televisão pelo (ICB), Instituto do Conhecimento da Bahia, e possui o registro de número 8747/BA.
Dalma Almeida é formado em Análises Clínicas, Administração de empresa e Língua inglesa pela Uneb (Universidade do Estado da Bahia)
Djalma Almeida também é licenciado em Pedagogia pela Unifacs (Universidade Salvador), e possui vários cursos na área da educação como : Educacação Inclusiva, Neuroeducação, Coordenação Pedagógica, e Ensino Remoto através da Educação Inclusiva.
Djalma Almeida agora é pós graduando em psicopedagogia pela Unifacs, universidade o qual é licenciado em pedagogia.
Seu grande talento e inspiração pelo rádio começou em 1990 na rádio Recôncavo Fm, quando operava na frequência de 104,3, hoje operando em 98,5 Mhz, atuando como Disc jockey (Programação musical), e atuou também na rádio Clube Am como repórter quando operava em 680 Khz, hoje operando em Fm em 92,7 Mhz.
Atualmente, é repórter da rádio Prazeres Fm 87,9, na cidade de Jiquiriçá, com atuação dentro do programa “Conexão do Vale”. Djalma também foi por mais de três anos o diretor e editor do site da rádio Prazeres Fm 87,9.
Também é o proprietário do site “Cidadedaspalmeirasnews.com.br”, onde ocupa o mesmo cargo.
Djalma Almeida também é servidor público estadual, onde desempenha a sua função com dedicação a mais de 38 anos de bons serviços prestados a população.
