Quem é Porcelana, condenada por tráfico, investigada por fuga de presídio e amiga de chefe do CV morto no Rio

Foto: Reprodução/Instagram

Amiga de um dos chefes do Comando Vermelho (CV) no Amazonas morto durante a megaoperação policial no Rio de Janeiro, Evelyn Lorrany Nogueira de Lima, de 23 anos, conhecida como “Porcelana”, é investigada em Roraima por suspeita de envolvimento na fuga de quatro integrantes da facção do maior presídio do estado.

Além de ser apontada como uma das responsáveis por ajudar na fuga, Porcelana foi condenada por tráfico de drogas e posse ilegal de arma de fogo e deveria cumprir pena em casa com monitoramento eletrônico, em Manaus.

Porcelana foi alvo de mandados de busca em Manaus na quarta-feira (29), durante operação que investiga a fuga dos detentos, mas não foi localizada, pois estava no Rio, segundo a Polícia Civil de Roraima. Agentes foram em seis endereços ligados a ela. A polícia não informou se a mulher tinha autorização judicial para viajar a outro estado ou se é considerada foragida por descumprir as condições impostas no regime semiaberto.

Procurado, o Tribunal de Justiça de Roraima informou que como a execução da pena de Porcelana foi enviada para Manaus, “o processo encontra-se atualmente arquivado” no estado. A Justiça do Amazonas não enviou resposta sobre a situação de Evelyn até a última atualização desta reportagem. A defesa dela não foi localizada.

Um dia após a operação no Rio, ela publicou nas redes sociais uma mensagem lamentando a morte de Francisco Myller Moreira da Cunha, de 32 anos, conhecido como “Gringo” ou “Suíça”, considerado um dos chefes do CV no estado.”Vai nos fazer muita falta!”, disse ela. A decisão que a condenou por tráfico não mencionava uso de redes sociais. 

G1

google news