Ogoverno dos Estados Unidos anunciou nesta quarta-feira (30) sanções contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, com base na Lei Magnitsky, legislação americana usada para punir estrangeiros acusados de violações graves de direitos humanos ou corrupção. A decisão foi publicada pelo Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC), ligado ao Departamento do Tesouro dos EUA.
“Alexandre de Moraes assumiu para si o papel de juiz e júri em uma caça às bruxas ilegal contra cidadãos e empresas dos Estados Unidos e do Brasil”, afirmou o secretário do Tesouro, Scott Bessent. Ele ainda alegou que o ministro seria responsável por uma “campanha opressiva de censura”, além de detenções arbitrárias e processos com motivação política. Bessent citou como exemplo o caso do ex-presidente Jair Bolsonaro, que virou réu no STF por tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.
A decisão ocorre após o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, anunciar, na última sexta-feira, dia 18, a revogação de vistos de ministros do STF e de seus familiares, incluindo Moraes. Em maio, durante audiência na Câmara dos Representantes dos EUA, Rubio já havia sinalizado a possibilidade de sanções contra o ministro brasileiro. “Isso está sendo analisado neste momento, e há uma grande, grande possibilidade de que aconteça”, disse o secretário na ocasião.
O que é a Lei Magnitsky?
A Lei Magnitsky, usada para justificar a medida, foi sancionada em 2012 pelo então presidente Barack Obama. Criada em homenagem ao advogado russo Sergei Magnitsky, que morreu na prisão após denunciar um esquema de corrupção na Rússia, a legislação permite sanções contra estrangeiros por violações de direitos humanos ou envolvimento em esquemas de corrupção em larga escala. Em 2016, a lei foi ampliada e passou a ter alcance no mundo todo.
Segundo o jornal The Washington Post, o deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) teria atuado junto a aliados do ex-presidente Donald Trump para articular sanções contra Moraes. Autoridades americanas relataram à publicação que viram circular uma minuta com a proposta de punição nos últimos dias.
Um funcionário do governo americano, que falou sob condição de anonimato, afirmou ao jornal que a medida pode prejudicar a credibilidade dos Estados Unidos na defesa da democracia, ao sancionar um juiz de Suprema Corte estrangeira por discordância de suas decisões.
Paralelamente, tramita na Câmara dos Representantes dos EUA um projeto de lei que proíbe a entrada no país de estrangeiros considerados “agentes” de censura contra cidadãos americanos. Apresentado pelos deputados republicanos Maria Elvira Salazar e Darrell Issa, o texto não cita Moraes diretamente, mas foi anunciado como resposta às decisões do STF. O projeto foi aprovado por comissão equivalente à CCJ da Câmara brasileira, mas ainda não tem data para votação em plenário.
Após a ofensiva, Alexandre de Moraes respondeu: “Deixamos de ser colônia em 7 de setembro de 1822 e, com coragem, estamos construindo uma República independente e cada vez melhor, independente e democrática.”
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Djalma Almeida Paixão é natural de Santo Antônio de Jesus.
Com muita dedicação e muitos estudos, Djalma formou-se em rádio e televisão pelo (ICB), Instituto do Conhecimento da Bahia, e possui o registro de número 8747/BA.
Dalma Almeida é formado em Análises Clínicas, Administração de empresa e Língua inglesa pela Uneb (Universidade do Estado da Bahia)
Djalma Almeida também é formado em Pedagogia (pedagogo), formado pela Unifacs (Universidade Salvador), e possui vários cursos na área da educação como : Educacação Inclusiva, Neuroeducação, Coordenação Pedagógica, e Ensino Remoto através da Educação Inclusiva.
Seu grande talento e inspiração pelo rádio começou em 1990 na rádio Recôncavo Fm, quando operava na frequência de 104,3, hoje operando em 98,5 Mhz, atuando como Disc jockey (Programação musical), e atuou também na rádio Clube Am como repórter quando operava em 680 Khz, hoje operando em Fm em 92,7 Mhz.
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Djalma Almeida também é servidor público estadual, onde desempenha a sua função com dedicação a mais de 37 anos de bons serviços prestados a população.
