Jair Renan Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), virou réu por lavagem de dinheiro, falsidade ideológica e uso de documento falso.
A 5ª Vara Criminal de Brasília aceitou a denúncia oferecida pelo Ministério Público contra o filho do ex-presidente.
O filho do ex-presidente foi investigado por supostamente utilizar um documento com informações falsas de sua empresa de eventos para obter um empréstimo bancário que não foi pago.
A conclusão da investigação da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) apontou que o grupo de Jair Renan criou uma “pessoa fictícia”, com documentos falsos, para conseguir empréstimos em bancos privados.
As provas do inquérito mostram que Maciel Alves, sócio e instrutor de tiro de Renan, e um de seus comparsas fizeram “nascer” a falsa pessoa de Antonio Amancio Alves Mandarrari, cuja identidade sem validade foi usada para abertura de conta bancária. Ele figura como proprietário de pessoas jurídicas na condição de “laranja”.
Segundo os investigadores da Delegacia de Repressão a Crimes de Ordem Tributária (DOT), do Departamento de Combate à Corrupção (Decor), o esquema é fruto da existência de uma associação criminosa, cuja estratégia era “obter indevida vantagem econômica, passa pela inserção de um terceiro” para se ocultar o verdadeiro proprietário das empresas de fachada ou empresas “fantasmas”, utilizadas por Maciel Alves e Jair Renan.
Os policiais civis ainda descobriram que os investigados forjaram relações de faturamento e outros documentos das empresas investigadas, utilizando-se para isso de dados de contadores sem o consentimento deles, inserindo declarações falsas com o fim de alterar os valores reais das empresas.
Segundo os investigadores, o faturamento falso de R$ 4,6 milhões da empresa de Jair Renan foi usado como respaldo para o filho do ex-presidente conseguir empréstimo bancário, o que é considerado fraude.
O que diz a defesa
A defesa de Jair Renan informou à CNN que ele foi vítima de um golpe.
“Jair Renan foi vítima de um golpe montado por pessoa, que apenas depois se soube ser conhecida pela polícia e pela Justiça”, afirmou o advogado.
A defesa também informou que apresentará “provas e fundamentos” para esclarecer que Jair Renan foi vítima de um golpe.
“Tudo ficará esclarecido no curso do processo, no qual a defesa poderá apresentar provas e fundamentos para o total esclarecimento do golpe contra ele aplicado”, complementou.
A CNN tenta contato com a defesa de Maciel Alves de Carvalho.
CNN

Djalma Almeida Paixão é natural de Santo Antônio de Jesus.
Com muita dedicação e muitos estudos, Djalma formou-se em rádio e televisão pelo (ICB), Instituto do Conhecimento da Bahia, e possui o registro de número 8747/BA.
Dalma Almeida é formado em Análises Clínicas, Administração de empresa e Língua inglesa pela Uneb (Universidade do Estado da Bahia)
Djalma Almeida também é licenciado em Pedagogia pela Unifacs (Universidade Salvador), e possui vários cursos na área da educação como : Educacação Inclusiva, Neuroeducação, Coordenação Pedagógica, e Ensino Remoto através da Educação Inclusiva.
Seu grande talento e inspiração pelo rádio começou em 1990 na rádio Recôncavo Fm, quando operava na frequência de 104,3, hoje operando em 98,5 Mhz, atuando como Disc jockey (Programação musical), e atuou também na rádio Clube Am como repórter quando operava em 680 Khz, hoje operando em Fm em 92,7 Mhz.
Atualmente, é repórter da rádio Prazeres Fm 87,9, na cidade de Jiquiriçá, com atuação dentro do programa “Conexão do Vale”. Djalma também foi por mais de três anos o redator e editor do site da rádio Prazeres Fm 87,9.
Também é o proprietário do site “Cidadedaspalmeirasnews.com.br”, onde ocupa o mesmo cargo.
Djalma Almeida também é servidor público estadual, onde desempenha a sua função com dedicação a mais de 37 anos de bons serviços prestados a população.
