A Primeira Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro decretou nesta terça-feira a falência da Oi.
A decisão ocorre em meio a uma crise financeira que se arrasta há mais de dez anos e depois de a empresa não conseguir vender seus principais ativos remanescentes.
A Oi já havia tido a falência decretada em novembro do ano passado, mas a decisão foi suspensa após recurso apresentado por bancos. Com isso, a companhia voltou ao segundo processo de recuperação judicial.
A situação financeira da empresa se agravou nos últimos meses. Segundo dados apresentados à Justiça, o patrimônio líquido negativo do grupo Oi supera R$ 22,6 bilhões. A companhia acumula ainda uma dívida superior a R$ 44 bilhões e mais de 164 mil credores.
Oi enfrenta falta de caixa e cortes de funcionários
A crise teve origem na tentativa de criação de uma grande operadora nacional, com a fusão da Oi com a Brasil Telecom e, posteriormente, com a Portugal Telecom. O projeto, iniciado em 2008, deixou como resultado uma empresa altamente endividada.
Desde o ano passado, a Oi não conseguiu concluir a venda de seus últimos principais ativos, o que reduziu ainda mais o caixa disponível. No mês passado, fornecedores chegaram a suspender serviços essenciais de internet e telefonia fixa em algumas cidades do país devido à falta de pagamentos.
A companhia também fechou um acordo com sindicatos para demitir cerca de 60% dos funcionários. Antes dos cortes, o grupo tinha aproximadamente 2 mil trabalhadores. As verbas rescisórias serão pagas em dez parcelas.
Em uma petição recente, a administração judicial informou que a empresa não teria recursos suficientes para manter pagamentos essenciais ao funcionamento das operações no fim de agosto. O documento apontou um possível “esgotamento total dos recursos” ao final do mês.
No início deste ano, a dívida da Oi era superior a R$ 44 bilhões, distribuída entre 164.706 credores. Desse total, R$ 13,8 bilhões estavam relacionados a credores com garantias, incluindo fundos estrangeiros.
Os trabalhadores representam 8.327 credores, com R$ 1,03 bilhão a receber. Já 4.418 microempresas aparecem na lista, com créditos de R$ 106,14 milhões. O restante da dívida está distribuído entre bancos, detentores de títulos, fornecedores e outros credores. Os valores ainda deverão ser atualizados pela Justiça.
Bahia.Ba

Djalma Almeida Paixão é natural de Santo Antônio de Jesus.
Com muita dedicação e muitos estudos, Djalma formou-se em rádio e televisão pelo (ICB), Instituto do Conhecimento da Bahia, e possui o registro de número 8747/BA.
Dalma Almeida é formado em Análises Clínicas, Administração de empresa e Língua inglesa pela Uneb (Universidade do Estado da Bahia)
Djalma Almeida também é licenciado em Pedagogia pela Unifacs (Universidade Salvador), e possui vários cursos na área da educação como : Educacação Inclusiva, Neuroeducação, Coordenação Pedagógica, e Ensino Remoto através da Educação Inclusiva.
Djalma Almeida agora é pós graduando em psicopedagogia pela Unifacs, universidade o qual é licenciado em pedagogia.
Seu grande talento e inspiração pelo rádio começou em 1990 na rádio Recôncavo Fm, quando operava na frequência de 104,3, hoje operando em 98,5 Mhz, atuando como Disc jockey (Programação musical), e atuou também na rádio Clube Am como repórter quando operava em 680 Khz, hoje operando em Fm em 92,7 Mhz.
Atualmente, é repórter da rádio Prazeres Fm 87,9, na cidade de Jiquiriçá, com atuação dentro do programa “Conexão do Vale”. Djalma também foi por mais de três anos o diretor e editor do site da rádio Prazeres Fm 87,9.
Também é o proprietário do site “Cidadedaspalmeirasnews.com.br”, onde ocupa o mesmo cargo.
Djalma Almeida também é servidor público estadual, onde desempenha a sua função com dedicação a mais de 38 anos de bons serviços prestados a população.
