O governo do Rio de Janeiro afirmou ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que a Operação Contenção que deixou um saldo de 121 mortos no dia 28 de outubro nos Complexos da Penha e do Alemão, foi conduzida “dentro dos parâmetros legais e constitucionais”, com “uso proporcional da força” diante da ameaça representada pela facção Comando Vermelho.
“Foi planejada com controle judicial e acompanhamento ministerial, concentrando-se, preferencialmente, em áreas não residenciais, sem impacto sobre escolas, e com emprego proporcional da força”, diz a peça.
O documento, assinado pelo governador Cláudio Castro (PL), detalha que a ação envolveu 2.500 agentes das polícias Civil e Militar, com apoio do Ministério Público. Segundo o governador, foram cumpridos 100 mandados de prisão e 145 de busca e apreensão, além da apreensão de armas de guerra, explosivos, drogas e veículos.
No documento, Castro afirma que a operação foi resultado de um “planejamento exaustivo”, após cerca de um ano de investigações, e que equipes das polícias Civil e Militar se reuniram durante dois meses para “definir a melhor estratégia de execução”. O governador acrescentou que houve auxílio de outros estados, especialmente do Pará.
Falhas técnicas nas câmeras corporais
O governo ainda diz que todos os policiais estavam equipados com câmeras corporais e que houve acompanhamento da operação por corregedorias e pelo Ministério Público.
Castro afirmou que houve “falhas técnicas” em parte das câmeras e que elas “foram registradas e comunicadas à empresa responsável”, mas não especificou quantos equipamentos foram afetados.
O governador também afirma que foram respeitadas regras impostas pelo STF, como a busca e apreensão no período diurno e em alvos determinados, a presença de ambulâncias e a não utilização de escolas ou unidades de saúde como bases operacionais.
Regras da ADPF das favelas e a condução de Moraes
Moraes assumiu recentemente a condução da chamada ADPF das Favelas, processo que estabelece diretrizes para a atuação das forças de segurança em territórios vulneráveis, após a aposentadoria antecipada do ministro Luís Roberto Barroso.
Como uma das primeiras medidas, ele determinou que o governo fluminense apresente explicações detalhadas sobre a operação — incluindo o número de agentes envolvidos, o tipo de armamento utilizado e o relatório técnico que justifique o uso da força.
Além disso, o ministro exige informações sobre possíveis medidas adotadas para assegurar a responsabilização em casos de abusos ou violações de direitos humanos. Entre os pontos solicitados estão a atuação dos órgãos periciais, o uso de câmeras corporais e a assistência às vítimas e familiares, como o envio de ambulâncias.
Jornal Atarde

Djalma Almeida Paixão é natural de Santo Antônio de Jesus.
Com muita dedicação e muitos estudos, Djalma formou-se em rádio e televisão pelo (ICB), Instituto do Conhecimento da Bahia, e possui o registro de número 8747/BA.
Dalma Almeida é formado em Análises Clínicas, Administração de empresa e Língua inglesa pela Uneb (Universidade do Estado da Bahia)
Djalma Almeida também é licenciado em Pedagogia pela Unifacs (Universidade Salvador), e possui vários cursos na área da educação como : Educacação Inclusiva, Neuroeducação, Coordenação Pedagógica, e Ensino Remoto através da Educação Inclusiva.
Djalma Almeida agora é pós graduando em psicopedagogia pela Unifacs, universidade o qual é licenciado em pedagogia.
Seu grande talento e inspiração pelo rádio começou em 1990 na rádio Recôncavo Fm, quando operava na frequência de 104,3, hoje operando em 98,5 Mhz, atuando como Disc jockey (Programação musical), e atuou também na rádio Clube Am como repórter quando operava em 680 Khz, hoje operando em Fm em 92,7 Mhz.
Atualmente, é repórter da rádio Prazeres Fm 87,9, na cidade de Jiquiriçá, com atuação dentro do programa “Conexão do Vale”. Djalma também foi por mais de três anos o redator e editor do site da rádio Prazeres Fm 87,9.
Também é o proprietário do site “Cidadedaspalmeirasnews.com.br”, onde ocupa o mesmo cargo.
Djalma Almeida também é servidor público estadual, onde desempenha a sua função com dedicação a mais de 37 anos de bons serviços prestados a população.
