A Justiça do Estado da Bahia julgou improcedente a ação judicial movida pelo apresentador Marcelo Castro, comandante do programa Alô Juca na TV Aratu, contra a Record.
Castro acusava a antiga empregadora de promover perseguição jornalística em coberturas relativas à sua citação nas investigações sobre o chamado “golpe do pix”. A decisão impôs ao apresentador o pagamento de R$ 150 mil referentes às custas processuais e aos honorários advocatícios dos patronos da emissora.
Cabe recurso contra a sentença. As informações são da Folha de São Paulo.
O comunicador é réu perante o Judiciário baiano sob a acusação de liderar um esquema que teria desviado mais de R$ 500 mil em doações enviadas por telespectadores, via chave Pix, a pessoas em situação de vulnerabilidade social atendidas pelo programa Balanço Geral Bahia.
Castro atuava como repórter da atração entre os anos de 2022 e 2023, período em que foi desligado da emissora após a apuração interna sobre as irregularidades. O apresentador nega o cometimento de crimes e sustenta que os repasses foram destinados integralmente aos beneficiários.
No litígio instaurado contra a Record, Castro sustentava o uso indevido de sua imagem e alegava a existência de linchamento reputacional promovido por reportagens veiculadas em jornais e programas de rede nacional, como o Jornal da Record e o Domingo Espetacular.
Além de pleitear indenização por danos morais no valor de R$ 56 mil, a defesa do jornalista requeria a remoção definitiva dos links e conteúdos jornalísticos hospedados nas plataformas digitais da empresa de comunicação.
Ao analisar o pleito, a relatora do processo no Tribunal de Justiça do Estado da Bahia (TJ-BA), desembargadora Maria Elisa Costa Gonçalves, rejeitou os pedidos de reparação e de desindexação de matérias.
O entendimento da magistrada concluiu que as matérias jornalísticas veiculadas pela Record limitaram-se ao exercício regular do direito de informação e ao dever de cobertura de fatos de interesse público de repercussão criminal, observando as garantias constitucionais da liberdade de expressão e de imprensa.
Bahia.Ba

Djalma Almeida Paixão é natural de Santo Antônio de Jesus.
Com muita dedicação e muitos estudos, Djalma formou-se em rádio e televisão pelo (ICB), Instituto do Conhecimento da Bahia.
Dalma Almeida é formado em Análises Clínicas, Administração de empresa e Língua inglesa pela Uneb (Universidade do Estado da Bahia)
Djalma Almeida também é licenciado em Pedagogia pela Unifacs (Universidade Salvador), e possui vários cursos na área da educação como : Educacação Inclusiva, Neuroeducação, Coordenação Pedagógica, e Ensino Remoto através da Educação Inclusiva.
Djalma Almeida agora é pós graduando em psicopedagogia pela Unifacs, universidade o qual é licenciado em pedagogia.
Seu grande talento e inspiração pelo rádio começou em 1990 na rádio Recôncavo Fm, quando operava na frequência de 104,3, hoje operando em 98,5 Mhz, atuando como Disc jockey (Programação musical), e atuou também na rádio Clube Am como repórter quando operava em 680 Khz, hoje operando em Fm em 92,7 Mhz.
Atualmente, é repórter da rádio Prazeres Fm 87,9, na cidade de Jiquiriçá, com atuação dentro do programa “Conexão do Vale”. Djalma também foi por mais de três anos o diretor e editor do site da rádio Prazeres Fm 87,9.
Também é o proprietário do site “Cidadedaspalmeirasnews.com.br”, onde ocupa o mesmo cargo.
Djalma Almeida também é servidor público estadual, onde desempenha a sua função com dedicação a mais de 38 anos de bons serviços prestados a população.
