O diretor-geral da Polícia Federal, Andre Rodrigues, alertou o Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o risco imediato de paralisar investigações sensíveis sobre desvios de recursos federais destinados a empresas ligadas à produção do filme Dark Horse. O aviso foi o ponto de partida do requerimento apresentado ao ministro Flávio Dino, para anular a ordem de afastamento expedida pelo ministro André Mendonça.
Andrei sustentou que a decisão monocrática proferida por Mendonça desestruturou a rotina da corporação e travou a análise de um vasto acervo probatório compartilhado pela Polícia Civil de São Paulo. O material apura se verbas de emendas parlamentares do orçamento da União foram drenadas para o financiamento da obra audiovisual.
Desfalque em equipe e prazos judiciais
Na petição com pedido de tutela provisória de urgência, a defesa do dirigente policial destacou que a perda cautelar da função executiva desorganizava diretamente as frentes de trabalho destacadas para a operação:
O seu afastamento do cargo de Diretor-Geral interfere na organização da equipe responsável pelas investigações, retarda o acesso ao material disponibilizado e compromete a atuação célere da instituição”.
Segundo Andrei, o inquérito de Dark Horse depende da execução de atribuições previstas no artigo 36 do Regimento Interno da Polícia Federal, cuja continuidade restaria inviabilizada com a vacância forçada no comando da corporação e com a demissão de sua cúpula diretiva.
Salvo-conduto e ataques à legitimidade do Novo
No plano processual, Andrei sustentou que o Partido Novo cometeu abuso ao ingressar com o pedido de afastamento, por não ter legitimidade ativa para pleitear cautelares penais, competência exclusiva do Ministério Público e de delegados. Lembrou ainda que o processo ocorre em pleno calendário eleitoral e que o tema já havia sido avocado pelo presidente do STF, Edson Fachin, para julgamento no Plenário, o que impedia qualquer interferência paralela da Segunda Turma. O argumento convenceu Flávio Dino, que acolheu o perigo de dano aos inquéritos sob sua relatoria e determinou a volta de Andrei ao posto máximo da Polícia Federal.
Bnews

Djalma Almeida Paixão é natural de Santo Antônio de Jesus.
Com muita dedicação e muitos estudos, Djalma formou-se em rádio e televisão pelo (ICB), Instituto do Conhecimento da Bahia, e possui o registro de número 8747/BA.
Dalma Almeida é formado em Análises Clínicas, Administração de empresa e Língua inglesa pela Uneb (Universidade do Estado da Bahia)
Djalma Almeida também é licenciado em Pedagogia pela Unifacs (Universidade Salvador), e possui vários cursos na área da educação como : Educacação Inclusiva, Neuroeducação, Coordenação Pedagógica, e Ensino Remoto através da Educação Inclusiva.
Djalma Almeida agora é pós graduando em psicopedagogia pela Unifacs, universidade o qual é licenciado em pedagogia.
Seu grande talento e inspiração pelo rádio começou em 1990 na rádio Recôncavo Fm, quando operava na frequência de 104,3, hoje operando em 98,5 Mhz, atuando como Disc jockey (Programação musical), e atuou também na rádio Clube Am como repórter quando operava em 680 Khz, hoje operando em Fm em 92,7 Mhz.
Atualmente, é repórter da rádio Prazeres Fm 87,9, na cidade de Jiquiriçá, com atuação dentro do programa “Conexão do Vale”. Djalma também foi por mais de três anos o diretor e editor do site da rádio Prazeres Fm 87,9.
Também é o proprietário do site “Cidadedaspalmeirasnews.com.br”, onde ocupa o mesmo cargo.
Djalma Almeida também é servidor público estadual, onde desempenha a sua função com dedicação a mais de 38 anos de bons serviços prestados a população.
